Fictor na mira da PF: como funcionava o esquema de fraudes contra a Caixa
foto: reprodução
A PF deflagrou a Operação Fallax para desarticular um esquema de fraudes bancárias que teria como alvo a Caixa Econômica Federal.
Polícia Federal
foto: reprodução
A investigação aponta que o grupo utilizava dados manipulados dentro do sistema bancário para viabilizar saques e transferências ilegais.
Sistema bancário
foto: cana
Entre os alvos está o empresário Rafael de Gois, CEO do Grupo Fictor, suspeito de participação na estrutura investigada.
Grupo Fictor
foto: reprodução
O ponto central do esquema era a cooptação de funcionários de instituições financeiras. Esses colaboradores teriam acesso aos sistemas internos.
Esquema estruturado
foto: canva
O grupo conseguia movimentar valores sem levantar suspeitas imediatas. As transações eram processadas como legítimas.
Identificação das fraudes
foto: canva
As fraudes podem ultrapassar R$ 500 milhões. Como parte das medidas judiciais, foi determinado o bloqueio de bens até o limite de R$ 47 milhões.
Valores milionários
foto: canva
A investigação também identificou o uso de empresas de fachada para dar aparência legal ao dinheiro obtido de forma ilícita.
Uso de empresas
foto: canva
A Operação Fallax cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva. As ações ocorrem em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
Mandados e alcance
foto: reprodução
Leia mais
Veja este e outros webstories em:
TIMESBRASIL.COM.BR
Leia mais