Inflação: eletrodomésticos estão entre principais quedas de não-alimentícios; veja lista 

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A inflação do Brasil desacelerou em 2025 e fechou o ano com alta acumulada de 4,26%. Embora abaixo do teto da meta, o índice ainda ficou acima do objetivo de 3% estipulado pelo Banco Central.

Números positivos

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Ainda assim, apesar do resultado positivo, esse foi o menor nível registrado desde 2018, quando a inflação acumulada chegou a 3,75%.

Alta inferior

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De forma geral, o histórico recente foi marcado por aumentos expressivos no setor de serviços. Em 2024, por exemplo, o segmento registrou alta acumulada de 4,78%.

Aumentos consideráveis

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Em 2025, esse índice subiu para 6,01%. Mesmo nos preços administrados pelo governo, a inflação avançou de 4,66% para 5,28%. Com isso, o Banco Central deve manter atenção redobrada ao segmento em 2026.

Inflação maior 

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As maiores quedas de preços foram registradas em eletrodomésticos e equipamentos (−6,01%), aparelhos telefônicos (−6,27%), seguro voluntário de veículo (−5,67%), automóveis usados (−2,26%) e TV, som e informática (−3,73%).

Principais quedas

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Para 2026, a projeção é de inflação de 4,06%, abaixo do teto da meta, segundo o boletim Focus, do Banco Central. O BC também estima alta de 4,8% em 2027, considerando fatores como mercado de trabalho e comportamento do real.

Projeção

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