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Inflação: eletrodomésticos estão entre principais quedas de não-alimentícios; veja lista completa
Publicado 13/01/2026 • 14:45 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 13/01/2026 • 14:45 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Foto: Zoshua Colah/Unsplash.
Eletrodomésticos estão entre principais quedas de não-alimentícios
A inflação do Brasil teve desaceleração gradual em 2025, conseguindo fechar o ano com alta acumulada de 4,26%. Embora o percentual esteja abaixo do teto da meta, ainda é mais do que o ideal de 3%, estipulado pelo Banco Central (BC). Por outro lado, trata-se nível mais baixo já alcançado desde 2018, quando a alta acumulada foi de 3,75%.
Em geral, o histórico do ano passado foi marcado por aumentos acentuados no setor de serviços. A título de exemplo, em 2024 o segmento teve alta acumulada de 4,78%. Já em 2025 esse número saltou para 6,01%. Nesse sentido, mesmo quando administradas pelo governo, a inflação ainda aumentou de 4,66% para 5,28%. Consequentemente, o BC deve continuar atento nesse segmento em 2026.
Leia também: Conta de luz: por que a energia elétrica foi a maior vilã da inflação em 2025?
Contudo, há categorias cujo preço foi reduzido. Conforme noticiado anteriormente, commodities como feijão, arroz e azeite lideram a categoria de alimentos. Já entre os produtos não-alimentícios, as principais quedas de preços, segundo o IBGE, foram em:
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Siga o Times | CNBCPara 2026, projeta-se que a inflação tenha alta de 4,06%, abaixo do teto da meta, conforme o boletim Focus, do Banco Central. Ademais, o BC também espera uma inflação de 4,8% em 2026 e 2027, devido ao mercado de trabalho aquecido e do real depreciado frente às incertezas fiscais.
Leia também:
Por fim, o Comitê de Política Monetária irá se reunir neste mês para analisar possíveis cortes na taxa Selic entre março e abril, conforme a evolução da inflação do setor de serviços.
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