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Com Trump em Paris, reabertura de Notre Dame vira centro de diplomacia
Publicado 07/12/2024 • 13:31 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 07/12/2024 • 13:31 | Atualizado há 1 ano
Paris se tornou o centro das atenções da diplomacia internacional neste sábado (7) com a reabertura da Catedral de Notre Dame, destruída por um incêndio em 2019. O evento atraiu líderes mundiais, incluindo Donald Trump, eleito presidente dos Estados Unidos, e Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia. Emmanuel Macron, presidente da França, conseguiu transformar a ocasião em uma plataforma diplomática global, destacando a cidade como um palco de intensas negociações e encontros políticos.
Trump chegou a Paris em sua primeira viagem internacional desde a vitória eleitoral. Zelensky, vindo da Ucrânia, também está presente na cidade. Ambos os líderes estão se preparando para comparecer à cerimônia de reabertura da Notre Dame, marcada para as 18h00, 13h00 de Brasília. O evento não apenas celebra a restauração da icônica catedral, mas também proporciona uma rara oportunidade para os líderes mundiais interagirem com Trump antes de sua posse oficial em janeiro.
Durante o dia, estão agendadas reuniões significativas no Palácio do Eliseu. Trump tem uma reunião marcada com Macron, enquanto Zelensky se encontrará com o presidente francês. Um oficial ucraniano mencionou a possibilidade de Zelensky se encontrar com Trump, destacando a importância de tais discussões diante das preocupações de Kyiv de que Trump, que prometeu resolver o conflito com a Rússia em 24 horas, possa pressionar por concessões a Moscou.
Apesar dessas reuniões bilaterais, não há expectativa para um encontro trilateral entre Trump, Macron e Zelensky. A presença de Trump em Paris simboliza uma nova era nas relações externas dos Estados Unidos, com Macron tentando manter sua influência diplomática num momento crítico de sua liderança, especialmente após a recente crise política interna que resultou na saída do primeiro-ministro francês em um voto de não confiança.
Macron, que já recebeu Trump em Paris em 2017 com um jantar na Torre Eiffel e uma parada militar no Dia da Bastilha, parece estar revivendo esses momentos para fortalecer os laços com o imprevisível presidente eleito. Trump, por sua vez, expressou seu apreço pelos esforços de Macron na restauração da Notre Dame, afirmando em sua rede social que o presidente francês fez um excelente trabalho ao devolver a catedral à sua antiga glória.
Além disso, a reabertura da catedral atraiu outros dignitários, como a primeira-dama dos EUA, Jill Biden, que representa a administração atual, enquanto o Príncipe William do Reino Unido, herdeiro do trono britânico, também participa dos eventos, com encontros previstos com Trump e Jill Biden. No entanto, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, optou por não participar, em meio a tensões com Macron sobre um novo acordo de livre comércio com países sul-americanos, que enfrenta resistência de alguns membros da União Europeia.
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Juliana Colombo é jornalista especializada em economia e negócios. Já trabalhou nas principais redações do país, como Valor Econômico, Forbes, Folha de S. Paulo e Rede Globo.
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