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Eurasia: Cooperação UE-China deve ficar restrita a temas climáticos e ambientais
Publicado 24/07/2025 • 16:58 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 24/07/2025 • 16:58 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Auditoria global foi realizada pelo TCU.
Pixabay
A relutância da China em mudar sua postura sobre alguns assuntos sugere que a cooperação entre o país asiático e a União Europeia permanecerá restrita a questões ambientais, avalia a Eurasia em relatório.
Entre as questões divergentes, a UE enfatizou a necessidade de resolver os desequilíbrios comerciais e pediu com insistência para a China usar sua influência sobre a Rússia para ajudar a resolver o conflito na Ucrânia, temas que despertam a discordância dos chineses.
“A recente cúpula entre a UE e a China destacou os desafios contínuos em suas relações bilaterais, particularmente em relação ao comércio e questões geopolíticas”, ponderou a consultoria.
Ambas as partes mantiveram suas posições estabelecidas em questões críticas, o que ressalta os obstáculos estruturais profundos para melhorar seu relacionamento. Em resposta à falta de progresso, a UE provavelmente implementará medidas de defesa comercial adicionais contra as exportações chinesas e imporá sanções à China por seu apoio percebido à Rússia na guerra na Ucrânia, previu a Eurasia.
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Na análise da consultoria, a Comissão continuará aplicando tarifas antidumping às exportações chinesas, a menos que haja avanços em questões como excesso de capacidade, condições equitativas de mercado e acesso ao mercado. “Novas investigações sob o Regulamento de Subsídios Estrangeiros da UE, que poderiam dificultar investimentos chineses e a participação em licitações públicas europeias, indicariam uma postura ainda mais agressiva contra Pequim”.
A presidente da Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, afirmou nesta quinta-feira que teve uma “reunião excelente” com o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim. Contudo, von der Leyen defendeu novamente a necessidade de equilibrar o comércio.
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