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Grupo consultivo da Anbima altera estimativa e prevê Selic em 15% no fim 2025
Publicado 28/07/2025 • 14:39 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 28/07/2025 • 14:39 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia.
Pixabay.
O Grupo Consultivo Macroeconômico da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) alterou a estimativa da taxa Selic para o final de 2025, de 14,75% para 15% ao ano. A expectativa agora é de que o ciclo de flexibilização monetária ocorra na primeira reunião de 2026, com corte de 0,25 ponto porcentual levando a Selic para o nível de 14,75%.
Para a reunião desta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a taxa básica de juros em 15% ao ano e segurá-la neste patamar durante todo o segundo semestre de 2025.
“As projeções de desaceleração da economia brasileira no segundo semestre, de queda na inflação e de desvalorização do dólar, além do cenário atual de incertezas, abrem espaço para o Banco Central reduzir a Selic no início do ano que vem”, diz Fernando Honorato, coordenador do Grupo Consultivo Macroeconômico da Anbima.
Leia mais:
Boletim Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2025 e mantém estimativas para Selic
Copom deve manter Selic em 15% por unanimidade, aponta relatório do Itaú
A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi revisada de 5,3% para 5%. O dólar deve fechar o ano a R$ 5,60 ante R$ 5,75 previsto anteriormente.
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 2,2% para 2,3%, apoiada pelos bons resultados do primeiro semestre. O avanço da economia, segundo o grupo, deve cair na segunda metade do ano.
Na análise da política fiscal, os economistas avaliam que a dívida bruta do setor público terá um leve recuo, de 80% para 79,8% do PIB. A estimativa para o déficit primário neste ano foi mantida em 0,6% do PIB.
Honorato complementa que os economistas abordaram os efeitos da intenção da tarifa de 50% a produtos brasileiros pelos Estados Unidos, prevista para 1º de agosto, mas enfatiza que ainda não é possível prever seus impactos no mercado doméstico. “Como as medidas não entraram em vigor, é mais difícil fazer uma análise com precisão por conta do clima de incertezas que ronda a decisão e a amplitude dos seus impactos.”
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