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Haddad se reúne com secretário dos EUA na próxima quarta para discutir tarifas
Publicado 06/08/2025 • 08:44 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 06/08/2025 • 08:44 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (6) que tem uma reunião agendada com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, para discutir as tarifas impostas a produtos brasileiros.
O encontro, que será realizado de forma remota na próxima quarta-feira (13), poderá evoluir para uma reunião presencial, caso haja avanço nas conversas.
Haddad ainda defendeu que o Executivo, sob o comando do presidente Lula, vai atuar “no sentido de garantir a soberania nacional e a aplicação da legislação brasileira pertinente ao caso”, sem interferir nas esferas independentes do Judiciário e do Congresso.
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Segundo ele, há forças políticas no Brasil trabalhando contra os interesses nacionais nos bastidores de Washington.
“A gente precisa tratar o que é política na política e o que é economia na economia. Essa mistura é que está atrapalhando. Atrapalhando muito”, disse.
Segundo ele, a imposição de tarifas aos produtos brasileiros é uma medida injusta, especialmente diante do déficit comercial da América do Sul com os EUA.
“Falei isso para o secretário Bessent em maio. A América do Sul é deficitária em relação aos Estados Unidos. E o Brasil não pode ser tratado diferentemente do Paraguai, do Uruguai, da Argentina, da Bolívia. É um bloco econômico, assim como a União Europeia”, disse.
O ministro criticou governadores ligados à oposição por se omitirem diante do impacto das tarifas sobre os estados. “Não é fingir que não tem nada acontecendo, se esconder embaixo da cama e desaparecer. O governador tem mandato. Foi eleito pelo povo. Tem que defender os interesses do seu Estado”, afirmou.
Sobre a resposta formal do governo ao tarifaço, Haddad afirmou que o texto já está pronto e que caberá ao presidente Lula decidir a forma do anúncio.
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