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Stablecoins avançam no consumo, mas bitcoin segue como principal ativo dos brasileiros
Publicado 12/08/2025 • 12:39 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 12/08/2025 • 12:39 | Atualizado há 4 meses
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Pixabay
Imagem ilustrativa
Os brasileiros continuam utilizando stablecoins para transações cotidianas, mas mantêm o bitcoin como principal ativo de investimento. De acordo com levantamento da Bitso, o país registrou, no primeiro semestre de 2025, a maior retenção da criptomoeda entre todos os mercados analisados pela corretora.
Segundo a quarta edição do relatório Panorama Cripto na América Latina, 65% dos ativos mantidos pelos usuários brasileiros estão em bitcoin, consolidando a moeda como principal reserva de valor no país.
A Bitso atribui essa preferência à valorização do BTC no longo prazo: no último ano, o ativo dobrou de preço e superou o desempenho de investimentos tradicionais no Brasil, como ouro, café e ações de empresas como Petrobras e Vale.
Leia também:
Quais as diferenças entre a stablecoin e o bitcoin no mercado cripto?
“A preferência dos brasileiros por manter bitcoin em carteira mostra uma confiança crescente no ativo como proteção patrimonial e investimento de longo prazo”, afirmou Bárbara Espir, Country Manager da Bitso no Brasil. Para a executiva, esse comportamento reflete tanto a maturidade dos usuários quanto a busca por alternativas diante da inflação e da volatilidade de ativos locais.
As stablecoins, por sua vez, ampliaram participação nas compras. Atreladas ao dólar, já representam 35% das aquisições no país, acima dos 26% registrados no relatório anterior. Pela primeira vez, o USDC foi o ativo mais comprado, respondendo por 24% das operações, à frente do próprio bitcoin (21%).
O USDT representou 11% das compras. “O avanço das stablecoins na região mostra como os usuários latino-americanos estão cada vez mais familiarizados com as funcionalidades práticas desses ativos”, acrescentou Bárbara.
Tendências
O relatório destaca que, em maio, o bitcoin atingiu o recorde global de US$ 111.970, impulsionado pela entrada de investidores institucionais e pela criação da primeira reserva estratégica da moeda por um governo.
Na América Latina, as stablecoins responderam por 46% de todas as transações — alta em relação a 39% em 2024 e 30% em 2023.
Outras criptomoedas, como XRP (12% das compras) e ether (5%), mantiveram relevância, enquanto memecoins tradicionais, como o token Pepe, perderam espaço para novas moedas, como a Popcat. No Brasil, o par BRL/BTC foi o mais negociado (17% do volume), seguido por USDT/BRL (12%).
Para o segundo semestre, a expectativa da Bitso é de maior participação das altcoins, impulsionada por atualizações na rede Ethereum e por possíveis cortes de juros nos Estados Unidos — fatores que podem aumentar o apetite global por criptoativos e influenciar o comportamento dos investidores na região.
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