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Bolsas da Europa fecham em alta com expectativa por cortes de juros do Fed
Publicado 14/08/2025 • 15:27 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 14/08/2025 • 15:27 | Atualizado há 7 meses
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Pixabay
Ibovespa B3 teve leve alta nesta quarta-feira
O desempenho positivo predominou nas principais bolsas da Europa nesta quinta-feira (14), com investidores atentos às possíveis reduções nos juros pelo Federal Reserve (Fed), além de resultados corporativos e novos indicadores econômicos. O ambiente também foi influenciado pela expectativa do encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente russo, Vladimir Putin, embora especialistas indiquem pouca confiança em avanço no impasse ucraniano — fator que impulsionou os papéis do setor de defesa.
No fechamento, o índice Stoxx 600 registrou valorização de 0,55%, alcançando 553,87 pontos. O FTSE 100, em Londres, teve alta de 0,13%, para 9.177,24 pontos, enquanto o DAX, em Frankfurt, subiu 0,75%, a 24.366,82 pontos. O CAC 40, em Paris, avançou 0,84%, para 7.870,34 pontos, conforme dados preliminares.
Ipek Ozkardeskaya, do Swissquote Bank, afirmou: “O Stoxx 600 pode se recuperar após sua estagnação causada por questões tarifárias, embora o potencial de valorização provavelmente seja limitado devido à perspectiva restrita das ações de defesa que impulsionaram os ganhos do primeiro semestre”. Em Frankfurt, a Rheinmetall avançou 2,76% e, em Milão, a Leonardo subiu 2,36%.
Entre os indicadores, a Capital Economics avaliou que o índice de preços ao produtor dos Estados Unidos referente a julho não deve impactar a decisão de juros do Fed em setembro. No cenário europeu, o Reino Unido surpreendeu ao registrar crescimento de 0,3% no PIB do segundo trimestre, superando a previsão de 0,1%. A produção industrial britânica cresceu 0,7% em junho, acima das expectativas. Já na zona do euro, o PIB avançou 0,1% no segundo trimestre, enquanto a indústria do bloco recuou 1,3% em junho, resultado pior do que o esperado.
Na temporada de balanços, a Antofagasta recuou 0,71% em Londres, mesmo após divulgar resultados expressivos. Russ Mould, diretor de investimentos da AJ Bell, explicou que “a ação da empresa vem acumulando forte alta nos últimos meses, o que justificaria a reação relativamente contida dos investidores”. Já a Carlsberg caiu 7,07% em Copenhague devido a um balanço semestral abaixo do previsto. A Thyssenkrupp, da Alemanha, reduziu suas projeções anuais depois de registrar prejuízo de 255 milhões de euros no terceiro trimestre fiscal; suas ações recuaram 8,74% em Frankfurt.
Em outras praças, o FTSE MIB cresceu 1,04% em Milão, atingindo 42.623,03 pontos. O Ibex 35 avançou 1,24% em Madri, chegando a 15.206,40 pontos. Já o PSI 20, em Lisboa, contrariou a tendência e caiu 0,47%, fechando em 7.722,76 pontos.
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