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Diretora da COP30 afirma que sucesso do evento será integrar mudança climática à economia
Publicado 19/08/2025 • 19:30 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 19/08/2025 • 19:30 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
A diretora-executiva da COP30 e secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni, afirmou nesta terça-feira (19) que a conferência, marcada para novembro em Belém, pode representar um “ritual de passagem” para um novo modelo de desenvolvimento baseado em baixo carbono, proteção das florestas e prosperidade.
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“A COP30 pode ser o ritual de passagem de um modelo de desenvolvimento para um modelo de baixo carbono, proteção das florestas e também de prosperidade”, disse Toni, durante entrevista no FT Climate & Impact Summit Latin America e Brasil 2030.
A executiva destacou que julgará o sucesso da COP30 pela capacidade de aproximar as discussões climáticas da agenda econômica global.
“Trazer a mudança climática para uma perspectiva econômica de uma maneira estrutural, se a gente conseguir mostrar isso para as pessoas, que têm consequências econômicas, eu vou considerar um sucesso”, afirmou.
Segundo ela, tratar o clima de forma isolada já não é suficiente.
“O clima é um tema central para a economia, central para desenvolvimento, se a gente não tratar do clima como um tema econômico, a gente vai seguir enxugando gelo”, avaliou.
Ana Toni ressaltou a atuação da China, que responde por 31% das emissões globais, mas tem mantido postura ativa nas negociações multilaterais.
“Os chineses têm sido muito atuantes e muito consistentes, eles têm participado de todas as reuniões. Houve recentemente uma declaração China-Europa, na qual deixaram claro que colocariam em prática suas contribuições nacionais antes da COP, então acreditamos na vinda deles”, afirmou.
Em relação aos Estados Unidos, a diretora disse que a expectativa é negativa.
“Os Estados Unidos estão saindo dos acordos, deixando o Acordo de Paris, e não mostraram nenhum interesse para o evento deste ano. Estamos fazendo reuniões multilaterais desde o início do ano, e os EUA não participaram de nenhuma”, disse Toni.
Ainda assim, ela ressaltou que o processo climático não depende de um único país.
“São 198 países que fazem parte do acordo, e 198 menos 1 não é igual a zero. Temos muitos países com quem trabalhar”, concluiu.
A executiva reforçou que a conferência será integralmente realizada em Belém, no Pará, e que o evento deve consolidar o protagonismo do Brasil na agenda climática global.
“A COP30 vai ser toda em Belém, tudo vai acontecer em Belém, e vai ser um evento maravilhoso, vai deixar uma marca definitiva em como a gente lida com o tema da natureza e conservação”, afirmou.
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