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Jovens bilionários: herdeiros da WEG lideram lista da Forbes; apenas um nome não vem de herança familiar
Publicado 31/08/2025 • 10:00 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 31/08/2025 • 10:00 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Brex/Divulgação.
Entre os dez mais jovens bilionários do Brasil, apenas Pedro Franceschi construiu patrimônio fora da herança.
A lista da Forbes sobre os bilionários mais jovens do Brasil, mostra que sete herdeiros da WEG, multinacional de equipamentos elétricos com sede em Jaraguá do Sul (Santa Catarina), município de Santa Catarina, figuram entre os dez primeiros colocados. O grupo, com idades entre 20 e 27 anos, soma R$ 27,6 bilhões em patrimônio.
As irmãs Lívia Voigt e Amelie Voigt Trejes, ambas com 20 anos, aparecem no topo da relação. Na sequência estão Felipe e Pedro Voigt Trejes e Helena Marina Petry, todos com 23 anos. Também fazem parte da lista Ana Flávia Petry, de 26 anos, e Dora Voigt de Assis, de 27 anos. A WEG mantém um perfil acionário familiar que beneficia herdeiros diretos dos fundadores já falecidos – Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus.
Além da WEG, outros nomes completam o ranking. Izabela Henriques Feffer, bisneta do fundador da Suzano, empresa do setor de papel e celulose, ocupa a nona posição, após herdar ações da holding familiar. Já Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, filho do empresário Marcel Telles, encerra o top 10 com a participação acionária herdada na AB InBev, maior cervejaria do mundo.
A única exceção é Pedro Franceschi, de 28 anos, cofundador da fintech Brex e oitavo mais jovem bilionário do país. Diferente dos demais, ele construiu a fortuna sem herança familiar direta. Criou a empresa em 2017, em São Francisco (EUA), junto a Henrique Dubugras, atual presidente do conselho. A Brex atua com tecnologia para cartões corporativos, gestão de despesas e pagamentos B2B. Avaliada atualmente em US$ 3,4 bilhões (cerca de R$ 18,4 bilhões), a companhia já foi estimada em mais de US$ 12 bilhões em rodadas de investimento anteriores.
Franceschi e Dubugras começaram a trajetória ainda em 2013, quando fundaram a fintech Pagar.me, vendida anos depois para a Stone. O negócio possibilitou que ambos estudassem em Stanford, nos Estados Unidos, e abriu caminho para a criação da Brex.
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