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Presidente da Coreia do Sul e Trump fecham acordo para libertar trabalhadores em fábrica da Hyundai
Publicado 07/09/2025 • 12:18 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 07/09/2025 • 12:18 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Danielle DeVries | CNBC
Exposição da Hyundai no Salão Internacional do Automóvel de Nova York em 28 de março de 2024.
O governo da Coreia do Sul anunciou neste domingo (7) ter concluído negociações com os Estados Unidos para a libertação de mais de 300 trabalhadores sul-coreanos detidos em uma fábrica da Hyundai-LG, em construção no estado da Geórgia.
A operação de imigração, realizada na cidade de Ellabell, foi a maior ação em um único local desde o início da ofensiva nacional contra migrantes do presidente Donald Trump, surpreendendo autoridades em Seul.
“As negociações para a libertação dos trabalhadores detidos foram concluídas como resultado de uma resposta rápida e unida”, disse Kang Hoon-sik, chefe de gabinete do presidente Lee Jae Myung. “Restam apenas procedimentos administrativos. Assim que forem concluídos, um voo fretado partirá para trazer nossos cidadãos de volta para casa.”
Vídeos divulgados pelas autoridades americanas mostraram trabalhadores algemados e com correntes nos tornozelos sendo colocados em ônibus de transporte prisional.
De acordo com a LG Energy Solution, 47 de seus funcionários foram presos, 46 sul-coreanos e um indonésio. A empresa estima ainda que cerca de 250 dos detidos trabalhavam para contratados, em sua maioria sul-coreanos.
Um executivo da LG, Kim Ki-soo, viajou às pressas para a Geórgia. “A prioridade imediata é a rápida libertação de nossos funcionários e dos empregados de empresas parceiras”, disse antes de embarcar.
Relatos citados pela agência Yonhap afirmam que os trabalhadores detidos tinham acesso à comida e banho, mas enfrentavam condições precárias nos centros de detenção.
A LG suspendeu todas as viagens de negócios aos EUA, exceto encontros com clientes, e orientou funcionários já no país a retornarem imediatamente ou permanecerem em suas acomodações. A Hyundai, por sua vez, declarou que nenhum de seus empregados diretos foi preso, mas afirmou que revisará práticas de fornecedores e subcontratados.
O episódio ocorre em um momento de forte presença sul-coreana nos EUA: em julho, Seul prometeu US$ 350 bilhões em investimentos no país, durante encontro entre o presidente Lee e Trump. A Coreia do Sul, quarta maior economia da Ásia, é um dos principais polos globais de automóveis e eletrônicos, com fábricas em solo americano justamente para atender ao mercado local e reduzir riscos de tarifas.
Trump, que tem como bandeira política revitalizar a manufatura americana, também reforçou sua promessa de endurecer a política migratória e deportar milhões de imigrantes em situação irregular.
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