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‘Do ponto de vista da política fiscal, machuca, não é saudável’, diz secretário do Tesouro sobre Selic de 15%
Publicado 24/09/2025 • 16:59 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 24/09/2025 • 16:59 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Rogério Ceron, o secretário do Tesouro Nacional
José Cruz/Agência Brasil
O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou nesta quarta-feira (24) que a Selic de 15% ao ano “machuca” e “não é saudável” do ponto de vista fiscal, mas ressaltou a importância da política monetária conduzida pelo Banco Central para controlar a inflação e reancorar as expectativas econômicas.
Segundo Ceron, “a maior parte da dívida está atrelada à taxa vinculante, que é a Selic. Então, claro que tem um peso grande, amplia o déficit nominal”.
Apesar disso, ele defendeu que é preciso permitir que o BC cumpra seu papel: “É óbvio que, do ponto de vista da política fiscal, machuca, não é saudável, mas tem o papel da política monetária, que precisa fazer seu trabalho”.
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O secretário elogiou a atuação da instituição, destacando que “tudo está sendo muito bem-sucedido. O processo de reancoragem das expectativas está acontecendo semana a semana”. Ele reforçou a competência da equipe do Banco Central, afirmando que a instituição está preparada para conduzir a política monetária de forma consistente.
Ceron também destacou que, apesar dos juros elevados, o Brasil “está muito bem colocado no mundo”. Ele citou o potencial do país para atrair investimentos, especialmente na transição ecológica, e lembrou que não está envolvido em conflitos internacionais, o que contribui para o interesse de investidores estrangeiros. “O Brasil é uma das bolas da vez e está sendo olhado com muito apetite pelo investidor externo”, disse.
Sobre os riscos fiscais, o secretário apontou a desaceleração econômica e a não aprovação de medidas pelo Congresso como os principais desafios a serem monitorados, reforçando a necessidade de equilíbrio entre política fiscal e monetária para manter a confiança nos mercados.
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