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EXCLUSIVO: Tecnologia e formação permitem que mulheres consigam se inserir em mercados historicamente masculinos
Publicado 30/09/2025 • 16:25 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 30/09/2025 • 16:25 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O crescimento da presença feminina em setores historicamente masculinos reflete mudanças no perfil das profissionais e nas exigências do mercado, afirmou Bruna Fernanda Ferreira, coordenadora do Centro Paula Souza, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“As mulheres estão em busca de uma carreira profissional mais interessante. Para isso, investem em formação técnica e tecnológica, o que tem permitido sua inserção em mercados como o da indústria e da construção civil, que sempre foram muito masculinos”, disse.
De acordo com a especialista, a tecnologia tem desempenhado papel fundamental nessa transformação. “Hoje, a aplicação de tecnologia em processos industriais e da construção civil abre novas possibilidades. As mulheres podem atuar em etapas mais estratégicas, de planejamento e inovação, sem depender exclusivamente da força física, que sempre foi usada como justificativa para afastá-las desses setores”.
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Os cursos técnicos têm sido a porta de entrada para essa nova realidade. “No Centro Paula Souza, temos mais de 200 cursos gratuitos e de qualidade. Um dos que mais cresceram entre as mulheres foi o de programação de jogos digitais, com aumento de 23% na procura. A tecnologia vem permitindo que as mulheres ocupem espaços que antes pareciam inacessíveis”, disse Bruna Fernanda Ferreira.
Ela também ressaltou o impacto regional dessa formação: “Na região do ABC, o curso de automação industrial cresceu 300% em dez anos, impulsionado pela indústria automobilística. No interior, com a força do agronegócio, há uma procura cada vez maior por cursos como agrimensura e agropecuária. As mulheres estão quebrando barreiras até nesses setores mais tradicionais”.
Apesar dos avanços, a coordenadora afirmou que desafios culturais ainda persistem: “Algumas barreiras ainda são internas. Muitas mulheres não se veem nesses ambientes, duvidam de si mesmas. Minha dica é: acreditem, se capacitem e apoiem outras mulheres. No fim das contas, o que o mercado busca é competência, responsabilidade e compromisso, e isso não tem gênero”.
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