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Brasileiros da flotilha presos em Israel serão deportados para a Jordânia
Publicado 07/10/2025 • 07:36 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 07/10/2025 • 07:36 | Atualizado há 3 meses
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Imagem de arquivos. Brasileiros a caminho da Faixa de Gaza
O Itamaraty informou na noite de segunda-feira (6) que os 13 brasileiros detidos em Israel após participarem da Global Sumud Flotilla serão deportados para a Jordânia. Segundo o comunicado, todos devem deixar a prisão de Ktziot na manhã desta terça-feira (7) e cruzar a Ponte Allenby (também chamada de Rei Hussein), que liga Israel à Jordânia.
Representantes da Embaixada do Brasil em Tel Aviv visitaram os detidos pela manhã e acompanharam as negociações com as autoridades israelenses. O governo brasileiro disse que seguirá monitorando o processo e que diplomatas estarão presentes no ponto de fronteira para prestar assistência em caso de necessidade.
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Os ativistas brasileiros foram detidos na última quarta-feira (1º) após a embarcação em que estavam ser interceptada por forças israelenses em águas internacionais. De acordo com o Itamaraty, as autoridades israelenses não permitiram contato direto, comunicação ou qualquer forma de interação com os detidos durante a transferência até a fronteira.
A estimativa é de que o grupo chegue a Amã, capital da Jordânia, por volta das 12h (horário local, 6h em Brasília). A Embaixada do Brasil no país informou que está preparada para recebê-los e oferecer suporte, incluindo atendimento médico para avaliação do estado de saúde.
Até o momento, o único integrante da delegação já deportado é Nicolas Calabrese, cidadão argentino-italiano residente no Brasil, que chegou na noite de segunda-feira (6) ao Rio de Janeiro com apoio da diplomacia italiana.
Além dos brasileiros, também devem ser libertos ativistas da Argentina, Colômbia, África do Sul e Nova Zelândia.
A delegação brasileira da Global Sumud Flotilla é composta por ativistas, políticos e representantes de movimentos sociais. Entre eles estão o ativista Thiago Ávila, a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) e a vereadora Mariana Conti (PSOL-SP). O grupo participava de uma ação internacional de solidariedade ao povo palestino e denuncia o bloqueio imposto por Israel à Faixa de Gaza desde 2007.
Segundo o Itamaraty, a prioridade agora é garantir a integridade física e o retorno seguro dos cidadãos brasileiros.
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