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Ibovespa B3 recua com realização e cautela global; dólar fecha acima de R$ 5,47
Publicado 14/10/2025 • 17:54 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 14/10/2025 • 17:54 | Atualizado há 5 meses
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Bolsas da Europa
O Ibovespa encerrou a terça-feira (14) em leve queda, acompanhando o movimento de cautela dos mercados globais diante da indefinição nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O principal índice da B3 recuou 0,07%, aos 141.682 pontos, após oscilar entre leves ganhos e perdas ao longo do dia.
No cenário doméstico, o pregão foi marcado pela correção após a alta da véspera e por ajustes de carteiras em meio a dados econômicos mais fortes do que o esperado. O volume de serviços no Brasil subiu 0,1% em agosto, superando as projeções de estabilidade e reforçando a percepção de uma Selic elevada por mais tempo, o que manteve as taxas futuras de juros em torno de 14,90%.
A sessão também foi influenciada por um apagão parcial registrado durante a madrugada em partes do país, causado por um incêndio em uma subestação no Paraná, segundo o ONS. O episódio adicionou volatilidade momentânea, mas sem impactos de maior fôlego sobre os preços de energia ou sobre as ações do setor elétrico.
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Entre as ações, o destaque negativo do dia ficou com Ambipar (AMBP3), que despencou 17,19%, a R$ 0,53, após mais uma sessão de forte volatilidade e reflexos da disputa judicial envolvendo o acionista controlador, Tércio Borlenghi Júnior. Desde o início de outubro, os papéis acumulam perdas superiores a 40%.
Na ponta positiva, Bradesco (BBDC4) subiu 1,54%, a R$ 17,18, sustentando parte do índice com revisão de recomendação de analistas. Gol (GOLL54) avançou 2,56%, enquanto Azul (AZUL4) e Petrobras (PETR4) oscilaram em campo neutro, acompanhando a instabilidade do petróleo. No varejo, Cogna (COGN3) recuou 3,64%, refletindo realização após ganhos recentes.
O índice de volatilidade (VIX) da B3 subiu 2,23%, a 15,12 pontos, acompanhando o tom mais defensivo dos mercados internacionais.
O dólar fechou em leve alta nesta terça-feira, acompanhando o clima de aversão a risco no exterior e a correção após a queda do dia anterior. A moeda americana subiu 0,18%, cotada a R$ 5,472, após oscilar entre mínima de R$ 5,458 e máxima de R$ 5,519.
No exterior, o câmbio refletiu a cautela com os desdobramentos das tensões comerciais entre EUA e China, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuaram com o retorno dos mercados após o feriado de Colombo.
Internamente, a percepção de Selic estável em 15% por período prolongado manteve o real entre as divisas emergentes mais atrativas ao carry trade, ainda que as incertezas fiscais e políticas limitem a entrada de capital estrangeiro.
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