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Ouro fecha em alta e renova recorde, com fala de Powell e tensões EUA-China
Publicado 14/10/2025 • 16:20 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 14/10/2025 • 16:20 | Atualizado há 1 ano
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Pixabay
Ouro
O ouro fechou em alta nesta terça-feira (14), em sessão marcada por novos recordes históricos. A prata, por sua vez, oscilou ao longo do dia, também atingindo máxima inédita antes de encerrar com ganho modesto.
As tensões entre Estados Unidos e China continuam impulsionando a busca por ativos de segurança, enquanto a expectativa de redução nos juros norte-americanos aumenta a atratividade do metal precioso.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 0,73%, a US$ 4.163,40 (R$ 22.780,80) por onça-troy, após atingir o valor intradiário de US$ 4.190,90 (R$ 22.931,23) por onça-troy. Já a prata para dezembro subiu 0,38%, a US$ 50,62 (R$ 276,89) por onça-troy, depois de tocar US$ 52,49 (R$ 287,12) durante a sessão. Ambos os metais renovaram recordes de fechamento e de máxima.
De acordo com análise da DWS, o rali do ouro segue impulsionado pela perspectiva de novos cortes na taxa de juros dos Estados Unidos, o que tende a sustentar o apetite por metais preciosos nos próximos meses.
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O metal também se beneficiou das declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, e da vice-presidente de Supervisão, Michelle Bowman, que pressionaram o dólar — outro ativo de segurança que costuma concorrer com o ouro.
O Commerzbank também aponta a tensão entre Estados Unidos e China como um dos principais impulsionadores do preço do ouro. Novas ameaças de Washington, enquanto Pequim impõe sanções a subsidiárias norte-americanas de uma construtora naval da Coreia do Sul, renovaram o sentimento de incerteza global e ampliaram a busca por proteção nos mercados.
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