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CEO da concorrente defende a chegada da Shein à França e garante que finanças vão bem
Publicado 05/11/2025 • 08:40 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 05/11/2025 • 08:40 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Julie Sebadelha / AFP
Chefe do BHV instalou na loja um grande cartaz em que posa com o CEO executivo da Shein, Donald Tang
A poucas horas da abertura da Shein, o proprietário do BHV, Frédéric Merlin, insiste, nessa quarta-feira (5/11) no aspecto “popular” da loja de departamentos e quer tranquilizar sobre suas finanças após a saída de várias marcas. “A Shein tem 25 milhões de clientes na França”, defendeu Frédéric Merlin na BFMTV/RMC, antes da abertura das portas às 13 horas da primeira loja física da plataforma asiática.
“O BHV sempre foi (…) a grande loja popular dos parisienses”, disse ele. “O que também esquecemos é que são franceses que, para alguns, não têm escolha senão comprar em outro lugar”, estimou ele sobre os clientes da Shein.
Ignorando as críticas, o chefe do BHV instalou na loja um grande cartaz em que posa com o CEO executivo da Shein, Donald Tang.
À polêmica sobre a instalação da Shein no BHV, somou-se para a gigante do e-commerce uma investigação após a venda de bonecas sexuais com aparência infantil. “Se eu soubesse que este escândalo existiria, não teria feito este cartaz”, declarou Frédéric Merlin. “Tínhamos planejado retirá-lo, aliás, logo após a abertura da loja”, disse ele.
“Decidimos fazer este cartaz um pouco provocante, reconheço, com o objetivo de fazer comércio, porque a polêmica também é comércio”, argumentou ele.
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Em relação às finanças da loja de departamentos, ele reconheceu atrasos nos pagamentos a seus fornecedores, o que se explica, segundo ele, pelos contratos herdados do proprietário anterior do BHV, as Galeries Lafayette. “Devemos entre dez e quinze dias de faturamento. (…) Isso representa entre 5 e 12 milhões de euros (de R$ 31 milhões a R$ 74,4 milhões)”, declarou Frédéric Merlin.
“Não deixarei que digam que há inadimplência, o que posso dizer é que há prazos de pagamento que podem ser longos”, acrescentou ele. “Todos serão pagos”, garantiu.
A empresa BHV “perdia entre 15 e 20 milhões de euros quando a assumi, ela deveria ter fechado há dois anos. Ganhamos dinheiro no ano passado. Ganhamos dinheiro pagando todos os nossos fornecedores em 2024”, disse ele.
Ele lembrou que “12 marcas” deixaram o BHV, mas que a loja tem no total “entre 2,5 mil e 3 mil”.
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