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Bolsas da Europa fecham com impacto de balanços
Publicado 11/11/2025 • 16:57 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 11/11/2025 • 16:57 | Atualizado há 3 meses
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Pixabay
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta terça-feira (11), apoiadas por balanços trimestrais, pela expectativa de fim do shutdown nos Estados Unidos, e pela recuperação do apetite por risco, já que a paralisação do governo americano — a mais longa da história, com mais de 40 dias — pode estar próxima do fim.
Em Londres, o FTSE 100 avançou 1,15%, a 9.899,60 pontos, renovando o recorde de fechamento. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,57%, a 24.096,25 pontos. Em Paris, o CAC 40 teve alta de 1,25%, a 8.156,23 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,24%, a 44.438,88 pontos, nova máxima histórica.
Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,34%, a 16.399,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 1,44%, a 8.194,68 pontos. As cotações são preliminares.
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Bolsas da Ásia perdem fôlego e fecham mistas, destoando de Wall Street
As bolsas europeias estenderam ganhos na contramão de Wall Street, que é pressionada pela forte queda em ações de fabricantes de chips, após decepção com projeções da CoreWeave. O bom humor europeu é alimentado pelo avanço no Congresso dos Estados Unidos do projeto para reabrir o governo federal — agora à espera de análise na Câmara — e pelos resultados da temporada de balanços.
Em Londres, a Vodafone saltou 8,3%, após elevar seu guidance para o ano fiscal, impulsionada por um trimestre mais forte em Ebitda e receita. Entre as suíças, Swatch (+5,08%) e Richemont (+1,99%) avançaram diante de relatos de que Berna está perto de fechar um acordo comercial com Washington.
A LVMH subiu 2,4%, após informações de que abrirá novas lojas importantes na China em dezembro e acelerará sua expansão no país.
No front macroeconômico, dados do Reino Unido mostraram desemprego acima do esperado e desaceleração dos salários, pressionando a libra e aumentando as chances de um corte de juros pelo Banco da Inglaterra (BoE) em dezembro, segundo a Capital Economics. Já na Alemanha, o índice ZEW de sentimento econômico recuou em novembro, contrariando previsões de alta.
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