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Ibovespa B3 tem queda após pregão volátil; dólar fecha em R$ 5,33
Publicado 17/11/2025 • 19:02 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 17/11/2025 • 19:02 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
CRIS FAGA/DRAGONFLY PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Ibovespa fecha em alta
O Ibovespa B3 encerrou a segunda-feira (17) em baixa de 0,63%, aos 156.741,46 pontos, em um pregão marcado por correções e maior aversão ao risco no exterior.
Após dias de forte oscilação e incertezas globais, o índice acompanhou o sentimento mais cauteloso dos mercados internacionais.
Entre as quedas mais relevantes do dia estiveram Rumo (−8,72%), pressionada pelo ambiente externo, Cosan (−3,07%) e Gol (−2,07%). Na ponta oposta, Braskem (+20,10%) liderou as altas impulsionada por movimentos técnicos e notícias corporativas, seguida por Oncoclínicas (+16,67%) e General Shopping (+10,36%).
Já entre as maiores quedas fora do índice, PDG Realty (−42,50%), Oi ON (−35%) e Allied (−22,86%) tiveram pregão bastante negativo.
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Apesar do recuo do Ibovespa B3, os contratos de DI se mantiveram estáveis, refletindo a leitura de que, mesmo com indicadores de atividade mais fracos, como o IBC-Br de setembro mais pressionado — a trajetória para a Selic não deve mudar no curto prazo.
O Focus trouxe alívio ao mostrar a projeção do IPCA de 2025 abaixo do teto da meta pela primeira vez em quase um ano, o que reforça a percepção de ancoragem gradual das expectativas.
O dólar avançou 0,66%, cotado a R$ 5,331, acompanhando o fortalecimento global da moeda americana. O movimento foi influenciado pela expectativa em torno da bateria de indicadores dos Estados Unidos represados pela paralisação de 43 dias, incluindo o payroll de setembro, que será divulgado nesta quinta.
Pela manhã, o dólar chegou a recuar momentaneamente com o avanço do minério de ferro, mas retomou a alta diante do aumento dos rendimentos dos Treasuries e da cautela com a economia chinesa. O mercado monitora ainda discursos de dirigentes do Federal Reserve e o índice Empire State, que podem alterar apostas para os juros americanos.
No ambiente doméstico, investidores reagiram à queda maior do que o esperado do IBC-Br (−0,24%) e à aceleração leve do IPC-S, enquanto exportadoras seguem retendo dólares no exterior em meio ao câmbio volátil e à proximidade do fim de ano.
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