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PF prende Vorcaro e BC decreta liquidação judicial do Banco Master
Publicado 18/11/2025 • 07:28 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 18/11/2025 • 07:28 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (18) o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em São Paulo, segundo a imprensa. A ação faz parte da Operação Compliance Zero, que investiga a emissão de títulos de crédito falsos por instituições do sistema financeiro.
Procurada, a assessoria de imprensa do Banco Master ainda não havia respondido à reportagem de Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
A prisão ocorre um dia após um consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira anunciar a compra da instituição. O negócio prevê aporte imediato de R$ 3 bilhões e ainda depende de aprovação do Banco Central e do Cade.
Na manhã desta terça, o Banco Central informou que decretou a liquidação extrajudicial do Master e determinou a indisponibilidade de bens dos controladores e ex-administradores da instituição. Segundo o BC, a medida alcança tanto o Banco Master S.A. quanto a Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários, devido ao vínculo de interesse e administração comum entre as duas empresas.
O comunicado destaca que a liquidação foi decretada com base na Lei nº 6.024/1974 e inclui a nomeação de um liquidante extrajudicial com plenos poderes de administração e representação. A EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda. foi designada para conduzir o processo, sob responsabilidade técnica de Eduardo Felix Bianchini.
Com a liquidação, todos os bens dos controladores – incluindo a Master Holding Financeira, a 133 Investimentos e Participações e os sócios individuais como Daniel Vorcaro – e dos ex-administradores ficam indisponíveis até a conclusão das apurações. O BC determinou ainda que instituições financeiras, bolsas e registradoras informem diretamente ao liquidante qualquer ativo ou valor em nome da corretora.
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De acordo com a PF, a operação cumpre sete mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal. Entre os alvos estão instituições financeiras suspeitas de produzir carteiras de crédito sem lastro.
As investigações começaram em 2024 por solicitação do Ministério Público Federal. A apuração indica que ativos insubsistentes teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por novos títulos sem avaliação técnica adequada.
Os investigados podem responder por gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa. A PF afirmou que medidas cautelares adicionais também foram autorizadas pela Justiça.
No cenário atual, o caso adiciona pressão sobre o Banco Master em meio ao processo de venda e às dificuldades financeiras enfrentadas pela instituição.
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