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EXCLUSIVO: Mercado de carbono pode chegar a R$ 300 bilhões
Publicado 25/11/2025 • 19:44 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/11/2025 • 19:44 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O Brasil está bem posicionado, mas ainda precisa dar novos passos, disse Otávio Lopes, sócio líder de agro da EY para a América Latina, ao comentar o avanço do agro sustentável em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
Segundo ele, “o país já está na vanguarda do manejo sustentável, avançou muito em preservação de áreas e agora precisa acelerar a recuperação de áreas degradadas, estruturar mecanismos como o mercado de carbono e garantir que os pequenos produtores não fiquem à margem dessa agenda, porque inclusão social é essencial para a transformação ambiental”.
Apresentando os dados do estudo Impact Edge, ele destacou a dimensão do impacto ambiental das práticas sustentáveis: “quando falamos em 328 milhões de toneladas de CO₂ equivalente, estamos falando de quase 15% das emissões totais do Brasil, resultado de um conjunto que envolve preservação, manejo responsável e recuperação de áreas, mostrando que sustentabilidade não é discurso, mas sim ativo ambiental de enorme peso para o país”.
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O especialista ressaltou também a importância social desse movimento. “O agro já gera 2,1 milhões de empregos, ajuda a reduzir o desemprego e ainda avança em tecnologias que economizam água e energia, como irrigação sofisticada, reuso, recircularidade e bioenergia derivada da biomassa e do biometano, criando uma cadeia produtiva que beneficia não só o campo, mas toda a economia”, afirmou.
Lopes apontou que essas práticas começam a ser vistas como valor econômico nas empresas: “Cada iniciativa sustentável passa a ser monetizada, desde a economia de recursos até projetos de segurança no trabalho, e estudos como o Impact Edge ajudam companhias a entender o valor financeiro dessas ações e a priorizar projetos que geram retorno ambiental, social e econômico de forma integrada”.
Ao avaliar a COP30, o executivo disse que a conferência marcou uma mudança de postura. Ele destacou: “Foi uma COP de ação, com 122 países apresentando compromissos, 59 indicadores para medir avanços e uma vitrine para o agro brasileiro mostrar sua tecnologia — tudo em um momento em que o mercado de carbono pode chegar a R$ 300 bilhões, e no qual o Brasil tem potencial para suprir 35% dos créditos globais, criando uma vantagem competitiva inédita para o produtor nacional”.
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