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Brasil e África do Sul negociam parceria para integrar cadeias produtivas e ampliar investimentos
Publicado 09/03/2026 • 20:49 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 09/03/2026 • 20:49 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A possibilidade de aprofundar a integração econômica entre Brasil e África do Sul está no centro das conversas entre os dois governos. Nesta segunda-feira (9), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que os países avançam nas tratativas para um acordo de cooperação voltado à integração de cadeias produtivas e à facilitação de investimentos em setores estratégicos. A declaração foi feita na abertura do Fórum Empresarial Brasil–África do Sul, realizado durante a visita de Estado do presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.
No discurso, Alckmin ressaltou que empresas brasileiras já possuem presença relevante na África do Sul, citando companhias como Petrobras, JBS, BRF, Tramontina, Marcopolo e WEG. Ele também destacou que capital sul-africano atua no Brasil em setores estratégicos, incluindo mineração, infraestrutura, transporte e indústria, e afirmou que “somos duas nações com capacidade tecnológica reconhecida”.
O vice-presidente avaliou que o intercâmbio comercial entre os dois países ainda é relativamente modesto, embora tenha registrado avanço recente. Segundo ele, a corrente de comércio cresceu 11,6% no último ano em comparação com 2024. Alckmin defendeu que esse fluxo pode aumentar com a revisão do acordo de comércio preferencial entre o Mercosul e a União Aduaneira da África Austral. “Menos de 10% do nosso comércio é beneficiado pelas preferências tarifárias do acordo. Queremos ampliar as linhas tarifárias”, afirmou.
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Ele também mencionou a atuação da Embraer, destacando que a África do Sul possui a maior frota de jatos da fabricante brasileira em todo o continente africano. Além disso, lembrou que no ano passado a empresa firmou um acordo de cooperação com uma estatal sul-africana, iniciativa que abre caminho para uma parceria industrial entre os dois países.
De acordo com Alckmin, o governo brasileiro está disposto a apoiar propostas que envolvam financiamento e cooperação industrial, especialmente em áreas consideradas estratégicas. Entre elas, citou energia, minerais críticos e as transições digital e energética, que, segundo ele, oferecem um amplo conjunto de oportunidades de cooperação.
No agronegócio, o vice-presidente afirmou que há espaço para fortalecer as cadeias de valor agroalimentares entre os dois países. Ele destacou que a segurança alimentar é um dos pilares da parceria, defendendo iniciativas que ampliem geração de renda e inclusão econômica nos dois lados do Atlântico. “A segurança alimentar é o eixo central da nossa parceria. Queremos contribuir de forma concreta para a segurança alimentar e para a geração de renda e inclusão”, declarou.
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