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Inflação entra pela primeira vez no limite da meta desde setembro de 2024
Publicado 26/11/2025 • 10:02 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 26/11/2025 • 10:02 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo
A inflação e o custo de vida preocuparam o brasileiro no primeiro semestre de 2025.
O IPCA-15 registrou alta de 0,20% em novembro, acima da taxa de 0,18% observada em outubro, informou o IBGE nesta quarta-feira. No acumulado de 2025, o indicador avança 4,15%. Em 12 meses, a inflação medida pelo índice desacelerou para 4,50%, contra 4,94% no período imediatamente anterior.
Com o dado divulgado nesta manhã, a inflação entra na meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), o que não ocorria desde setembro de 2024. O índice a ser atingido é de 3% ao ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
Sete dos nove grupos pesquisados mostraram aumento no mês. A maior variação veio de Despesas pessoais, que subiu 0,85% e adicionou 0,09 ponto percentual ao resultado final. Em seguida apareceram Saúde e cuidados pessoais (0,29%) e Transportes (0,22%), ambos contribuindo com 0,04 ponto percentual.

O grupo Transportes foi influenciado principalmente pela alta de 11,87% nas passagens aéreas, que representaram o maior impacto individual do mês, com 0,08 ponto percentual. Os combustíveis recuaram 0,46%. Etanol, gasolina e diesel tiveram quedas, enquanto o gás veicular subiu 0,20%.
Despesas pessoais registraram as maiores altas do mês, com destaque para hospedagem (4,18%) e pacote turístico (3,90%). Em Saúde e cuidados pessoais, o plano de saúde avançou 0,50%.
O grupo Alimentação e bebidas avançou 0,09%. A alimentação no domicílio recuou 0,15%, influenciada por leite longa vida, arroz e frutas. Por outro lado, batata inglesa, óleo de soja e carnes tiveram aumento. A alimentação fora do domicílio acelerou para 0,68%.
Em Habitação, a variação passou de 0,16% para 0,09%. A energia elétrica residencial permaneceu em queda, influenciada pela bandeira tarifária vermelha patamar 1. Reajustes regionais também influenciaram o resultado.
Dez das onze regiões pesquisadas registraram alta. Belém teve a maior variação (0,67%), impulsionada por hospedagem e passagens aéreas. Belo Horizonte apresentou o menor resultado (-0,05%), com queda na gasolina e nas frutas.
O desempenho do IPCA-15 foi calculado com preços coletados entre 14 de outubro e 13 de novembro, seguindo a metodologia do IPCA, mas com período de coleta distinto e abrangência geográfica específica.
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