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Fintech argentina chega ao Brasil para integrar pagamentos entre os dois países; veja
Publicado 27/11/2025 • 13:33 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 27/11/2025 • 13:33 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Fintech argentina chega ao Brasil para integrar pagamentos entre os dois países; veja
Fintech argentina chega ao Brasil para integrar pagamentos entre os dois países; veja
A fintech argentina Belo iniciou sua operação no Brasil com uma carteira digital que integra pagamentos entre os dois países. O movimento busca atender usuários que circulam com frequência entre Brasil e Argentina, oferecendo transações multimoeda e uso do Pix em estabelecimentos argentinos via QR interoperável.
Diferentemente de plataformas tradicionais de remessa, como Nomad ou Wise, que funcionam como contas globais, a Belo opera como uma carteira voltada ao uso cotidiano entre os dois países. A empresa permite pagamentos na Argentina usando Pix, sem cobrança de IOF, além de conversão instantânea entre real, peso e dólar digital.
O modelo já vinha ganhando adesão entre argentinos que viajam ao Brasil e passa a valer também para brasileiros que visitam o país vizinho. Segundo executivos da fintech, o foco é facilitar pagamentos de viagem e operações recorrentes de quem mantém rotina nos dois mercados.
A decisão de entrar no Brasil ocorre em um contexto de maior movimentação turística entre os dois países e demanda crescente por soluções que reduzam custos cambiais. Usuários que recebem em uma moeda e gastam em outra, como profissionais remotos, estudantes e trabalhadores temporários, estão entre os perfis atendidos.
No aplicativo, é possível manter saldos simultâneos em três moedas e realizar pagamentos no comércio argentino sem depender de cartões internacionais — modalidade que costuma aplicar câmbio menos favorável e imposto adicional.
Além dos pagamentos, a fintech incorporou funções associadas ao deslocamento internacional, como reserva de hospedagem e compra de chip de viagem. A inclusão desses serviços indica uma tentativa de ampliar o engajamento do usuário no período em que ele está fora do país de origem, mas ainda dentro da plataforma.
Para o mercado brasileiro, a empresa afirma que a faixa predominante de usuários é formada por adultos entre 28 e 45 anos, público com maior familiaridade com pagamentos digitais e uso frequente do Pix.
Com a expansão, a fintech adiciona o Brasil como mercado prioritário na estratégia de presença regional. A empresa, criada em 2021, testou inicialmente seu modelo na Argentina e agora busca ampliar o uso da carteira entre viajantes e trabalhadores que alternam gastos, recebimentos e pagamentos nas duas economias.
A entrada ocorre em meio à evolução dos meios de pagamento instantâneos no Brasil e à busca por soluções que conectem transações internacionais ao dia a dia do usuário com menor volatilidade.
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