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Dólar sobe com petróleo fraco e maior demanda; ata divide apostas de corte Selic
Publicado 16/12/2025 • 11:59 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 16/12/2025 • 11:59 | Atualizado há 3 meses
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J. Souza/Ato Press/Estadão Conteúdo
Dólar fecha em forte alta influenciado por conflito no Oriente Médio e novidades no Caso Master
O dólar opera em alta no mercado nesta manhã desta terça-feira (16), diante das perdas persistentes e ao redor de 1,5% do petróleo e uma demanda maior de fim de ano para remessas ao exterior.
Investidores analisam a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC e as apostas de início de corte da Selic se mantêm difusas entre janeiro, março e, marginalmente, em abril.
Para a Warren Investimentos, a ata foi dura e reduz a chance de cortes na Selic em janeiro. Para a Ativa Investimentos, a ata veio neutra e não altera cenário de redução de juros apenas em abril. Já o BGC Liquidez avalia que a ata “dá todos os fatores pra o BC iniciar corte da Selic em janeiro”.
A ata do Copom retirou a avaliação de que o cenário inflacionário segue desafiador, reconhece a desinflação em curso e reduziu a percepção do risco externo, além de indicar melhora no processo de convergência da inflação à meta.
Pela primeira vez, o Copom mencionou sinais iniciais de moderação no mercado de trabalho, embora ainda apertado. Apesar disso, o comitê reforçou o alerta fiscal, manteve postura vigilante e reiterou que pretende manter a Selic por “período bastante prolongado”, sem descartar nova alta se necessário, já que as expectativas de inflação seguem acima da meta de 3%.
O IPC-S arrefeceu a 0,24% na segunda quadrissemana de dezembro, após avanço de 0,26% na quadrissemana anterior, segundo a FGV. Com o resultado, o indicador de inflação acumula alta de 3,97% nos últimos 12 meses e no ano.
O petróleo segue pressionado em meio às demoradas negociações para a paz na Ucrânia e preocupações com excesso de oferta. O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Ryabkov, afirmou que as partes estão “à beira” de uma solução diplomática para encerrar a guerra na Ucrânia e disse que Moscou está pronta para um acordo, que espera seja alcançado o mais rápido possível.
Já a moeda americana recua ante pares fortes e várias divisas emergentes ligadas a commodities em meio a previsões de novos cortes de juros nos EUA e de olho na sucessão do comando do Federal Reserve e em indicadores-chave dos Estados Unidos esperados, que devem guiar as apostas de cortes de juros: os relatórios de emprego, o payroll, de outubro e novembro e as vendas no varejo dos EUA, ambos às 10h30, além das prévias de PMIs composto, industrial e de serviços de dezembro da S&PGlobal, às 11h45.
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