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Bessent elogia postura da China, mas cobra reequilíbrio comercial bilionário

Publicado 16/12/2025 • 20:47 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que a China tem cumprido os acordos firmados com Washington e disse que há respeito mútuo entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping
  • Apesar do tom conciliador, Bessent cobrou que Pequim reequilibre sua balança comercial, destacando que o mundo não pode sustentar um superávit chinês de US$ 1 trilhão e defendendo aumento do consumo interno no país
  • No front doméstico, o secretário projetou restituições de impostos entre US$ 100 bilhões e US$ 150 bilhões no início de 2026 e disse que cortes de impostos e desregulamentação devem impulsionar a economia americana sem gerar inflação
Scott Bessent

Foto por KEVIN DIETSCH / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou, em entrevista para a Fox Business nesta terça-feira (16) que, por enquanto, a China cumpriu tudo o que foi negociado com Washington e que os presidentes norte-americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping, compartilham respeito mútuo.

“Gostaríamos de ver a China reequilibrando sua balança comercial. O mundo não pode ver a China manter um superávit comercial de US$ 1 trilhão”, ponderou Bessent.

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Para ele, Pequim precisa aumentar o consumo interno.

Na ocasião, o secretário destacou que é possível que ocorram restituições de impostos entre US$ 100 bilhões e US$ 150 bilhões no primeiro trimestre do próximo ano, variando de US$ 1.000 a US$ 2.000 por família.

Na avaliação de Bessent, a economia dos EUA deve começar a “decolar” no primeiro e segundo trimestre de 2026, diante das iniciativas da administração republicana.

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“O corte de impostos permite que corporações e famílias trabalhadoras mantenham mais do que eles arrecadam da desregulamentação, que nos permite crescimento substancial sem inflação”, explicou ele, ao pressionar por uma grande reforma desregulamentar para desbloquear trilhões em crédito que, segundo avaliação dele, é “muito restritivo”.

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Amanda Souza

Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.

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