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Ministra das Finanças da Índia projeta consolidação fiscal moderada no orçamento
Publicado 01/02/2026 • 12:40 | Atualizado há 1 uma semana
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Publicado 01/02/2026 • 12:40 | Atualizado há 1 uma semana
KEY POINTS
Ministry of Commerce & Industry (GODL-India), GODL-India, via Wikimedia
Nirmala Sitharaman
O governo da Índia planeja uma melhora modesta em seu quadro fiscal no próximo ano financeiro, com reduções no déficit e na dívida pública, ao mesmo tempo em que busca impulsionar a indústria de transformação em setores que vão de têxteis a semicondutores.
A ministra das Finanças, Nirmala Sitharaman, em seu nono discurso orçamentário consecutivo, afirmou no domingo que o governo prevê que o déficit fiscal caia para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano financeiro de 2026-27, ante 4,4% em 2025-26.
Segundo Sitharaman, a expectativa é que a relação dívida/PIB da Índia recue para 55,6% no próximo ano financeiro, frente a 56,1% em 2025-26.
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A ministra destacou as incertezas mais amplas que o país enfrenta.
“Hoje, lidamos com um ambiente externo no qual o comércio e o multilateralismo estão ameaçados, e o acesso a recursos e cadeias de suprimentos sofre interrupções”, disse Sitharaman. “Novas tecnologias estão transformando os sistemas de produção, ao mesmo tempo em que aumentam de forma acentuada a demanda por água, energia e minerais críticos.”
O governo pretende incentivar a manufatura em sete setores estratégicos, entre eles semicondutores, ímãs de terras raras, produtos farmacêuticos, químicos, bens de capital, têxteis e artigos esportivos.
O principal índice acionário da Índia, o Nifty 50, recuava cerca de 1,7% pouco depois do discurso de Sitharaman no Parlamento.
Em sua pesquisa econômica para o ano financeiro de 2026, divulgada na quinta-feira, o governo indiano afirmou que espera que a economia do país cresça entre 6,8% e 7,2% no ano fiscal de 2027, superando a maioria das outras grandes economias.
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“Como uma economia em crescimento, com comércio e necessidades de capital em expansão, a Índia também precisa permanecer profundamente integrada aos mercados globais, exportando mais e atraindo investimentos estáveis de longo prazo”, disse Sitharaman.
A consultoria PwC Índia afirmou que o orçamento coloca o país “em uma encruzilhada para impulsionar a nação rumo à sua próxima fase de transformação”.
“O Orçamento da União de 2026-27 traz oportunidades para definir o papel da Índia em direção à estabilidade financeira, ao mesmo tempo em que fortalece as empresas para que estejam preparadas para o futuro — especialmente enquanto navegam pelas oportunidades da adoção da inteligência artificial, ao lado dos desafios relacionados a talentos, infraestrutura, governança e confiança”, afirmou a PwC Índia em comentário publicado on-line.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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