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Companhias aéreas cancelam dezenas de voos no Caribe após ataques dos EUA à Venezuela
Publicado 03/01/2026 • 11:54 | Atualizado há 2 meses
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KEY POINTS
Espaço aéreo da Venezuela esvaziado: Flight radar
Espaço aéreo da Venezuela esvaziado: Flight radar
Companhias aéreas dos Estados Unidos cancelaram dezenas de voos no Caribe neste sábado (3) após os ataques americanos à Venezuela, que levaram a autoridade de aviação a impor restrições ao espaço aéreo da região. As medidas afetaram rotas para destinos como Porto Rico e Aruba.
A Federal Aviation Administration (FAA) determinou que aeronaves comerciais evitem áreas do Caribe Oriental depois da ofensiva militar anunciada pelo presidente Donald Trump.
Trump afirmou que os ataques dos EUA à Venezuela resultaram na captura e retirada do presidente Nicolás Maduro do país. Após a operação, a FAA proibiu temporariamente voos comerciais em partes do Caribe por razões de segurança.
Com isso, companhias aéreas americanas passaram a ajustar suas malhas e cancelar voos em diversos aeroportos da região.
Segundo dados do FlightAware e dos próprios sites das empresas, dezenas de voos foram cancelados para aeroportos em Porto Rico e Aruba após os ataques à Venezuela.
A American Airlines informou que está ciente do fechamento do espaço aéreo no Caribe Oriental e acompanha a situação em coordenação com a FAA. A companhia afirmou que faz ajustes de programação priorizando a segurança de passageiros e funcionários.
A JetBlue Airways, que possui uma operação relevante no Caribe, disse ter cancelado cerca de 215 voos devido ao fechamento do espaço aéreo relacionado à atividade militar após os ataques à Venezuela. A empresa destacou que rotas para República Dominicana e Jamaica não foram afetadas por restrições governamentais.
A Southwest Airlines também registrou cancelamentos em voos para destinos caribenhos.
Em Porto Rico, imagens mostraram passageiros dormindo no chão do Aeroporto Internacional Rafael Hernández, após atrasos e cancelamentos provocados pelo fechamento do espaço aéreo decorrente dos ataques à Venezuela.
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Ainda não está claro por quanto tempo as restrições permanecerão em vigor. Autoridades observam que bloqueios amplos de espaço aéreo costumam ser temporários.
As principais companhias aéreas dos EUA não operam voos diretos para a Venezuela há anos. A American Airlines foi a última grande empresa americana a suspender operações no país, em 2019, em meio à instabilidade política e de segurança.
Os cancelamentos no Caribe mostram como os desdobramentos do conflito envolvendo a Venezuela já afetam o transporte aéreo regional, mesmo sem voos diretos para o país.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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