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Estrada de São Paulo é interditada com volume de chuvas; veja situação no litoral
Publicado 04/01/2026 • 12:28 | Atualizado há 2 semanas
Publicado 04/01/2026 • 12:28 | Atualizado há 2 semanas
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Divulgação/Prefeitura de Bertioga
Serra Mogi-Bertioga
O gabinete de crise do Governo de São Paulo intensificou o monitoramento das cidades do litoral neste domingo (4) após volumes extremos de chuva colocarem a infraestrutura em alerta. Por questões de segurança, a Serra Mogi-Bertioga (SP-098) foi temporariamente interditada entre os km 77 e 92.
Nas últimas 72 horas, a região registrou aproximadamente 200 milímetros de chuva, índice que ultrapassa o limite de segurança estabelecido pela Concessionária Novo Litoral (CNL).
Esta é a primeira interdição por causas climáticas desde que a concessionária assumiu o lote em novembro de 2024. Como alternativa para o retorno à capital, os motoristas devem utilizar o Sistema Anchieta/Imigrantes, que opera sob o esquema 2×8, embora a interligação Planalto permaneça fechada devido à forte neblina.
A situação é crítica em municípios como Ubatuba, que registrou 158 mm de chuva em apenas seis horas — o equivalente a 65% de todo o esperado para o mês de janeiro. A Defesa Civil municipal confirmou alagamentos em diversos bairros, como Perequê-Açu e Estufa I e II, mantendo equipes em campo para vistorias técnicas.
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Em Mongaguá, a população recebeu alertas via Cell Broadcast sobre a persistência do mau tempo. A cidade registrou a queda de uma estrutura metálica na Praça Dudu Samba e diversos pontos de alagamento nos bairros Nossa Senhora de Fátima e Agenor de Campos.
Já no Vale do Ribeira, a Rodovia Ivo Zanella, em Pariquera-Açu, apresenta interdição parcial após a queda de três árvores de grande porte, exigindo atuação conjunta do DER e equipes de conservação.
O cenário atual reacende o debate sobre a vulnerabilidade da rede elétrica e dos serviços essenciais em eventos climáticos severos. Historicamente, temporais com ventos fortes e altos acumulados em São Paulo já provocaram quedas de mais de 1.300 árvores em um único episódio, gerando apagões que afetaram milhões de consumidores.
No passado recente, a falta de energia prolongada resultou em perdas de R$ 2,1 bilhões para o comércio e serviços na capital, além de multas que somam mais de R$ 77,7 milhões contra a concessionária Enel.
O gabinete de crise, mobilizado desde o dia 29 de dezembro, busca evitar que o tempo de resposta nas interrupções viárias e de utilidade pública se prolongue, minimizando os danos estruturais e econômicos que costumam acompanhar o início de janeiro no estado.
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