Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Bolsas da Europa fecham em alta; veja quais quebraram recorde
Publicado 06/01/2026 • 14:35 | Atualizado há 2 meses
Mais três navios são atingidos no Golfo Pérsico enquanto o Irã alerta para petróleo a US$ 200
Plano de liberação recorde de petróleo indica que guerra no Oriente Médio pode durar meses
Boom e queda das ações de empresas de memória chegam ao fim com avanço da IA
Trump diz que vai usar Reserva Estratégica de petróleo para reduzir custos de energia na guerra contra o Irã
Ford lança nova IA para impulsionar Pro, um negócio comercial bilionário
Publicado 06/01/2026 • 14:35 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Pixabay
Bolsas de Nova York
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira (6), impulsionadas por ganhos de defesa com incertezas geopolíticas elevadas após a invasão dos Estados Unidos na Venezuela, ameaças do presidente americano, Donald Trump, sobre a Groenlândia e busca para um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia.
Londres, Frankfurt, Madri e o índice Stoxx 600 renovaram recordes.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,18%, a 10.122,73 pontos, após renovar máxima histórica a 10.158,41 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,11%, a 24.896,94 pontos, depois de se aproximar da marca inédita de 25 mil pontos durante a sessão. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,32%, a 8.237,43 pontos.
Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,53%, a 8.514,37 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subia 0,19%, a 17.647,10 pontos, e caminhava para renovar fechamento recorde, às 13h50 (de Brasília), após bater máxima a 17.739,60 pontos. Exceção, o FTSE MIB caiu 0,2% em Milão, a 45.753,43 pontos. As cotações são preliminares.
Na noite de segunda-feira (5), Trump reforçou que os EUA não estão em guerra com a Venezuela, mas sim com quem vende guerras. Além da Venezuela, o republicano voltou a subir o tom sobre o território autônomo groenlandês, que pertence à Dinamarca.
Leia mais:
Bolsas da Ásia fecham em alta, com rali de ações de defesa e recordes em Tóquio e Seul
Em resposta, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, defendeu que uma possível ofensiva americana ao território seria o fim da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Diante do cenário, o subíndice do setor aeroespacial e de defesa (+0,5%) estendeu ganhos da véspera, impulsionando alta de 0,6% do Stoxx 600 — que renovou máxima histórica a 606,28 pontos e caminhava para nível inédito de fechamento. A italiana Leonardo teve alta de 0,4% e a britânica Rolls-Royce subiu 1,18%.
O mercado também acompanha os desdobramentos da reunião dos líderes da “Coalizão dos Dispostos” para discutir a questão da Ucrânia nesta terça-feira. Na ponta macroeconômica, os PMIs de serviços da zona do euro e do Reino Unido frustraram expectativas.
Dentre outros destaques no mercado acionário, o grupo de entregas polonês InPost disparou 27% em Amsterdã, após ter recebido uma oferta de aquisição de um comprador não identificado. Já a dinamarquesa Novo Nordisk subiu 5% com o lançamento de seu medicamento para emagrecimento Wegovy nos EUA (comprimido custando entre US$ 149 e US$ 299, aproximadamente R$ 807 a R$ 1.620). Ainda, o subíndice de recursos básicos ganhou 1,92%, em meio ao rali de metais básicos e preciosos.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Cidadania italiana vai a julgamento hoje: o que muda para 70 milhões de descendentes no Brasil
2
Abicom alerta para risco de faltar diesel no Brasil em abril
3
Wetzel protocola plano de recuperação extrajudicial após acordo com credores
4
Oncoclínicas negocia período de ‘stand still’ com credores após mudança de CEO
5
IPCA mais fraco em fevereiro faz inflação de doze meses recuar para 3,81% e ficar mais perto da meta