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Crise no Irã leva governos a recomendar saída imediata de cidadãos

Publicado 15/01/2026 • 11:45 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Governos intensificam alertas de viagem e recomendam que cidadãos deixem o Irã imediatamente.
  • Base militar dos EUA no Catar é parcialmente evacuada, elevando a tensão regional.
  • G7 avalia novas sanções diante da repressão considerada uma das mais violentas da história recente iraniana.
Pessoas protestando nas ruas do Irã

Morteza Nikoubazl/NurPhoto

Governos de diversos países passaram a recomendar que seus cidadãos deixem o Irã diante do agravamento da crise política e da repressão violenta aos protestos, que já se espalham por várias regiões do país. A escalada da instabilidade elevou o nível de alerta internacional e desencadeou uma série de medidas diplomáticas e de segurança.

No Oriente Médio, o Catar informou que a base aérea de Al Udeid, considerada a mais estratégica dos Estados Unidos na região, foi parcialmente evacuada. A instalação já havia sido alvo de um ataque com mísseis iranianos em junho de 2025, em retaliação a bombardeios americanos contra instalações nucleares do país.

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Crise no Irã e embaixadas fechadas

Na Europa, a reação foi coordenada. O Reino Unido anunciou o fechamento temporário de sua embaixada em Teerã. A Espanha recomendou que seus cidadãos deixem o país “por todos os meios disponíveis”, segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

Medidas semelhantes foram adotadas por Alemanha, Itália e Polônia. Após o fechamento do espaço aéreo iraniano, Berlim emitiu uma diretriz para que companhias aéreas alemãs evitem sobrevoar o país, enquanto Roma e Varsóvia também orientaram seus cidadãos a deixar o território iraniano.

O G7 declarou-se “profundamente alarmado” com o número de mortos e feridos nos protestos e não descartou novas sanções caso a repressão continue. O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, afirmou que a ofensiva das forças de segurança pode ser “a mais violenta da história recente do Irã”.

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Protestos ganham caráter político

As manifestações começaram em 28 de dezembro, inicialmente motivadas pela insatisfação com a situação econômica. Com o passar dos dias, os atos se ampliaram e passaram a contestar diretamente o regime, marcando uma mudança significativa no perfil dos protestos e aumentando o temor de uma crise de grandes proporções.

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