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Trump nomeia Marco Rubio e Tony Blair para ‘conselho de paz’ em Gaza; Milei afirma que foi convidado

Publicado 17/01/2026 • 11:10 | Atualizado há 3 horas

AFP

KEY POINTS

  • O presidente também incluiu seu enviado especial Steve Witkoff, seu genro Jared Kushner e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, entre os integrantes do "conselho executivo fundador", de sete membros.
  • Tony Blair é uma escolha polêmica no Oriente Médio, por seu papel na invasão do Iraque em 2003.
  • O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou neste sábado que recebeu um convite de Donald Trump para se juntar como membro fundador do "conselho de paz" para Gaza.

O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair

O presidente Donald Trump nomeou na sexta-feira (16) o chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair como membros fundadores do “conselho de paz” na Faixa de Gaza, informou a Casa Branca.

O republicano também incluiu seu enviado especial Steve Witkoff, seu genro Jared Kushner e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, entre os integrantes do “conselho executivo fundador”, de sete membros, segundo um comunicado.

Os demais integrantes do conselho são o empresário bilionário americano Marc Rowan e Robert Gabriel, assistente de Trump que atua no Conselho de Segurança Nacional. Já o mandatário americano vai presidir o órgão.

Tony Blair é uma escolha polêmica no Oriente Médio, por seu papel na invasão do Iraque em 2003. O próprio Trump disse no ano passado que queria ter certeza de que seria uma “opção aceitável para todos”.

Segundo a Casa Branca, o conselho de paz vai discutir questões como “fortalecimento da capacidade de governança, relações regionais, reconstrução, atração de investimentos, financiamento em larga escala e mobilização de capital”.

Trump anunciou ontem a criação do conselho, um elemento-chave da segunda fase de um plano respaldado por Washington para encerrar a guerra no território palestino. “Posso dizer com certeza que é o maior e mais prestigiado conselho já reunido em qualquer momento e lugar”, ressaltou, ao fazer o anúncio nas redes sociais.

O presidente americano também designou na sexta-feira o major-general americano Jasper Jeffers para dirigir a Força Internacional de Estabilização (ISF, na sigla em inglês) em Gaza, que terá a missão de manter a segurança no território palestino e treinar uma nova força policial para suceder ao Hamas.

Leia também: Fase dois do plano de Trump para Gaza inclui desmilitarização e criação de comitê tecnocrata

Comitê tecnocrata

As nomeações de Trump foram anunciadas após a formação de um comitê tecnocrata palestino de 15 membros encarregado de administrar a Faixa de Gaza no pós-guerra. Ele será supervisionado pelo conselho de paz e liderado pelo ex-vice-ministro palestino Ali Shaath.

O comitê inclui o diplomata búlgaro Nickolay Mladenov, nomeado alto representante para a coordenação entre o novo órgão de governo e o conselho de paz.

Os membros do comitê se reuniram no Cairo, a capital do Egito, na sexta-feira e voltarão a se encontrar neste sábado (17), informou um deles à AFP sob condição de anonimato.

Milei

O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou neste sábado que recebeu um convite de Donald Trump para se juntar como membro fundador do “conselho de paz” para Gaza, anunciado na última quinta-feira.

Ao compartilhar uma imagem da carta-convite, Milei escreveu no X que será “uma honra” acompanhar a iniciativa presidida pelo próprio Trump e integrada pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.

Novos bombardeios

O Exército de Israel informou na sexta que voltou a atacar a Faixa de Gaza, em resposta a uma “violação flagrante” do cessar-fogo decretado em outubro.

Em um comunicado, o Hamas acusou Israel de ter cometido uma “nova violação” da trégua com estes bombardeios, que deixaram pelo menos sete mortos, segundo a Defesa Civil de Gaza, uma organização de primeiros socorros que opera sob sua autoridade.

Os ataques acontecem apesar de Washington ter anunciado que o plano para o território havia avançado para a segunda fase, marcada por questões pendentes.

Para os palestinos, o ponto central ainda é a retirada militar completa de Israel, um passo incluído no plano, mas para o qual não foi anunciado um cronograma detalhado.

O Hamas se recusa a se comprometer publicamente com um desarmamento total, uma exigência inegociável de Israel.

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