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Críticas dos EUA viram alerta para a Europa em Davos
Publicado 23/01/2026 • 11:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 23/01/2026 • 11:15 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Após uma semana marcada por críticas vindas de autoridades dos Estados Unidos à Europa, seus líderes e suas políticas regulatórias em Davos, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou nesta sexta-feira que os ataques podem acabar funcionando como um alerta estratégico para o bloco.
Falando na sessão de encerramento do Fórum Econômico Mundial, nos Alpes Suíços, Lagarde reconheceu o tom duro adotado por representantes americanos e defendeu que o momento exige reavaliações profundas sobre o papel europeu no cenário global.
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Entre as declarações que causaram maior incômodo esteve a do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que ironizou a resposta europeia a possíveis tarifas americanas ligadas às tensões envolvendo a Groenlândia.
O debate também foi ampliado por críticas vindas do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que apontou o que chamou de falta de vontade política da União Europeia para conter o presidente russo, Vladimir Putin. Em Davos, Zelensky afirmou que o continente segue fragmentado e ainda distante de se consolidar como uma potência global coesa.
Diante desse cenário, Lagarde disse que a Europa precisará enfrentar realidades difíceis e acelerar mudanças para preservar influência geopolítica e econômica.
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Segundo ela, as críticas recentes reforçam a necessidade de planos alternativos, mais inovação, ganhos de produtividade e fortalecimento da competitividade.
No mesmo painel, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, fez um alerta adicional ao defender foco maior no crescimento econômico em um momento de aumento dos riscos associados à dívida soberana.
Georgieva afirmou que taxas de crescimento em torno de 3,3% já passaram a ser vistas como positivas, mas avaliou que esse patamar é insuficiente para sustentar economias fortemente endividadas.
Segundo ela, com níveis de dívida próximos a 100% do PIB, a falta de expansão mais robusta pode se transformar em um fardo prolongado para governos ao redor do mundo.
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