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Finanças

Rioprevidência diz que investimentos seguiram a lei e que segurados não correm riscos

Publicado 23/01/2026 • 12:58 | Atualizado há 43 minutos

KEY POINTS

  • Rioprevidência diz que investimentos seguiram a legislação e normas de controle
  • Afirmou também que R$ 970 milhões estão protegidos por decisão judicial

O Rioprevidência, autarquia responsável pela gestão das aposentadorias e pensões dos servidores do Estado do Rio de Janeiro, afirmou que todos os investimentos realizados observaram rigorosamente a legislação vigente e as normas dos órgãos de controle. A manifestação ocorre após a deflagração da Operação Barco de Papel, da Polícia Federal, que apura suspeitas de aplicações financeiras irregulares envolvendo a instituição.

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Defesa do Rioprevidência após operação da PF

Em nota, o Rioprevidência destacou que está amparado por decisão judicial proferida em dezembro de 2025, que determinou a retenção de cerca de R$ 970 milhões, acrescidos de juros e correção monetária. Segundo a autarquia, a medida tem como objetivo proteger o patrimônio previdenciário dos servidores ativos, aposentados e pensionistas do Estado do Rio.

De acordo com o comunicado, os valores retidos decorrem de empréstimos consignados que seriam repassados ao banco envolvido nas operações. Com a retenção, os recursos permanecem à disposição do caixa previdenciário, e o investimento deverá ser integralmente liquidado em aproximadamente dois anos.

Rioprevidência afirma que patrimônio não foi comprometido

A autarquia informou que, com o mecanismo de retenção judicial, não há impacto negativo sobre o patrimônio previdenciário. O Rioprevidência também ressaltou que a prestação de serviços ocorre normalmente e que o calendário de pagamentos aos segurados segue sem qualquer alteração.

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Contexto da investigação

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (23), a Operação Barco de Papel para apurar suspeitas de aplicações financeiras consideradas incompatíveis com a finalidade previdenciária do Rioprevidência. A investigação envolve nove operações realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que somaram cerca de R$ 970 milhões aplicados em Letras Financeiras emitidas por um banco privado.

As diligências incluem o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, autorizados pela 6ª Vara Federal Criminal.

Auditoria e apoio técnico no caso

O trabalho investigativo contou com apoio da Secretaria de Regime Próprio e Complementar, vinculada ao Ministério da Previdência Social. Um Relatório de Auditoria Fiscal elaborado pela SPREV/MPS deu base técnica às apurações sobre o Rioprevidência.

Crimes apurados pela PF

Segundo a Polícia Federal, estão sob apuração crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, como gestão fraudulenta, desvio de recursos, indução em erro de repartição pública e fraude à fiscalização ou ao investidor. Também são investigadas associação criminosa e corrupção passiva.

Rioprevidência diz que colabora com autoridades

Na nota, o Rioprevidência afirmou estar à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários. A autarquia reiterou seu compromisso com a transparência, a legalidade e a defesa dos recursos previdenciários dos servidores do Estado do Rio de Janeiro.

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