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Varejo físico cresce em 2025, impulsionado por construção e combustíveis
Publicado 26/01/2026 • 14:10 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 26/01/2026 • 14:10 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Imagem de Arquivo/Agência Brasil
INCC-M sobe 0,63% em janeiro, segundo a FGV IBRE, influenciado pela aceleração dos custos de mão de obra na construção.
Mesmo em um ano marcado por juros altos e crédito mais restrito, especialmente na segunda metade do ano, o comércio físico brasileiro cresceu 2,9% em 2025, de acordo com o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian.
Para a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, o desempenho reflete a resiliência do consumo. “Mesmo com um cenário monetário mais apertado, o mercado de trabalho aquecido e as medidas de apoio à renda ajudaram a manter a demanda em níveis positivos”, disse. “Ainda assim, percebemos sinais de desaceleração ao longo do ano, com efeitos diferentes em cada segmento.”
Leia também: Varejo físico precisa priorizar seis áreas para atravessar cenário de juro alto e inflação elevada, aponta estudo

Entre os segmentos, o destaque foi Material de Construção, que cresceu 4% em 2025. Combustíveis e Lubrificantes avançaram 3,7%, enquanto Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática subiram 3,5%.
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Outros setores também fecharam o ano em alta: Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (3,1%), Veículos, Motos e Peças (2,8%) e Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (1,8%).

Segundo Abdelmalack, o desempenho setorial reflete a dependência de crédito e o perfil de consumo. Segmentos menos sensíveis ao custo do crédito ou ligados a demandas estruturais sustentaram melhor o crescimento, enquanto outros sentiram mais os efeitos do aperto monetário.
O recorte mensal mostrou crescimento de 1,7% em dezembro, 1,5 ponto percentual acima de novembro. Entre os setores, Veículos, Motos e Peças (13,1%) e Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (0,1%) registraram desempenho positivo, enquanto Móveis e Eletroeletrônicos (-0,1%), Vestuário e Calçados (-0,6%), Material de Construção (-2,2%) e Combustíveis (-3,3%) apresentaram queda.
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