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O salto do Paquistão: como as stablecoins entraram no centro da política monetária

Publicado 28/01/2026 • 22:43 | Atualizado há 4 horas

KEY POINTS

  • Reguladores do Paquistão criaram um grupo de trabalho para levar a criptoeconomia ao centro da política monetária e regulatória, após rápida mudança de percepção sobre o tema.
  • O país passou a estudar o uso de stablecoins lastreadas em dólar para pagamentos internacionais, em parceria com empresas ligadas a Donald Trump.
  • Apesar do avanço, o ambiente ainda é de dualidade regulatória, com incentivo às stablecoins e restrições ao uso de bitcoin e outras criptomoedas.

O Paquistão vem acelerando sua agenda regulatória no mercado de criptoativos e passou a estudar o uso de stablecoins para pagamentos internacionais. A avaliação foi feita por Rodrigo Batista durante participação no Cripto Brasil, onde ele comentou sobre a rápida mudança de postura do país em relação ao tema.

“Eu estive no Paquistão em fevereiro do ano passado. O cripto ainda era visto como algo muito exótico. Poucos meses depois, eu conversei com vários políticos e alguns empreendedores, e os reguladores locais criaram um grupo de trabalho que trouxe o assunto da criptoeconomia para o centro da regulação e da política monetária do país”, afirmou.

De acordo com Batista, a evolução ocorreu de forma acelerada. “O que a gente viu foi isso avançando, escalando muito rápido”, disse.

Segundo ele, o governo paquistanês passou a buscar parcerias internacionais para aprofundar os estudos sobre o tema. “Eles fizeram uma associação com o Trump e com as empresas do Trump para poder estudar cripto, para poder estudar stablecoins e usar stablecoins de dólar para fazer pagamentos internacionais”, afirmou.

Apesar do movimento de abertura, o executivo destaca que o país ainda mantém uma abordagem cautelosa em relação a outros criptoativos. “Ainda existe uma questão de incentivar o uso de stablecoins, mas bitcoin e as outras criptos serem proibidas. Então o país ainda tem uma dualidade, mas está avançando muito”, disse.

Na avaliação de Batista, o movimento não é isolado e reflete uma tendência mais ampla. “Assim como está avançando no resto da Ásia e no mundo inteiro”, afirmou.

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Amanda Souza

Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.

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