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Ata do Copom reforça compromisso com a meta e mantém tom de serenidade nos juros
Publicado 03/02/2026 • 09:29 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 03/02/2026 • 09:29 | Atualizado há 4 horas
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Pixabay
ata do copom decisão de Taxas de juros
A ata da última reunião do Copom confirma que o compromisso com a meta de inflação segue orientando a política monetária e sustenta um tom de serenidade na condução dos juros. O colegiado avaliou que a manutenção da Selic em nível restritivo por período prolongado tem sido adequada para assegurar a convergência da inflação ao objetivo estabelecido.
Na decisão de janeiro, o comitê manteve a taxa básica em 15% ao ano e indicou a intenção de iniciar a flexibilização monetária na próxima reunião, desde que o cenário esperado se confirme.
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Segundo a ata, o Copom aprofundou a discussão sobre a calibração da política monetária diante da melhora da inflação corrente e de expectativas menos distantes da meta. O comitê destacou que esses sinais ampliam as evidências de transmissão da política monetária.
O documento reforça que, após um ciclo firme de elevação dos juros para enfrentar a deterioração do cenário inflacionário, o colegiado interrompeu o aperto para avaliar se o patamar vigente é suficiente para garantir a convergência da inflação.
Apesar da sinalização de início do ciclo de cortes, o Copom deixou claro que a magnitude e a duração da flexibilização serão definidas ao longo do tempo, conforme novas informações forem incorporadas às análises. A estratégia busca preservar a ancoragem das expectativas em um ambiente ainda marcado por sinais mistos da atividade econômica.
O comitê reiterou, de forma unânime, a necessidade de manter os juros em níveis restritivos até que o processo de desinflação e a ancoragem das expectativas estejam consolidados.
A ata destaca que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecem a queda das expectativas de inflação. O Copom reconheceu que, em um ambiente de expectativas ainda acima da meta, é necessária uma restrição monetária mais prolongada do que em ciclos anteriores.
O colegiado observou arrefecimento da inflação cheia e de medidas subjacentes, com impacto positivo da apreciação cambial e do comportamento mais benigno das commodities. A inflação de serviços mostrou desaceleração parcial, mas segue resiliente em função do mercado de trabalho.
No balanço de riscos, o Copom avaliou que o cenário inflacionário ainda apresenta riscos elevados em prazos mais longos, mas reconheceu alguma redução das incertezas nos horizontes mais próximos. Entre os riscos de alta, permanecem a possibilidade de desancoragem prolongada das expectativas e a resiliência dos serviços. Entre os riscos de baixa, o comitê citou uma desaceleração econômica mais intensa e efeitos desinflacionários vindos do exterior.
Ao final, o Copom reafirmou o compromisso fundamental de levar a inflação à meta dentro do horizonte relevante, destacando que esse compromisso impõe serenidade quanto ao ritmo e à intensidade do próximo ciclo de juros, que seguirá condicionado à evolução dos dados.
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