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Câmara acelera acordo Mercosul–UE e mira votação após Carnaval
Publicado 03/02/2026 • 08:00 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 03/02/2026 • 08:00 | Atualizado há 3 meses
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou que o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia deve ser levado ao plenário na última semana de fevereiro, logo após o Carnaval.
O texto prevê a eliminação ou redução gradual de até 90% das tarifas de importação e exportação ao longo de uma década, além de ampliação de cotas para produtos como carne, etanol, açúcar e arroz.
Segundo Motta, o acordo, negociado desde 1999, representa um marco para a economia brasileira: “Momento importantíssimo para nossa economia e para integração desses mercados, que passarão a ter condição de melhorar no intercâmbio comercial entre os países.”, diz.
Antes da votação em plenário, a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul deverá examinar o texto já na próxima semana para acelerar a tramitação.
Motta afirmou ainda que o acordo tende a unir diferentes partidos.
No Senado, parlamentares também defenderam prioridade ao tratado. Durante a abertura do ano legislativo, senadores indicaram que a pauta será central para o governo.
Leia também: Acordo Mercosul-UE pode ampliar exportações do Brasil em 543 produtos
Para que o acordo passe a valer, será necessária a ratificação pelo Parlamento Europeu e pelos parlamentos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
As aprovações podem ocorrer de forma independente – não é preciso aguardar todos os países para que cada um internalize o tratado.
No Brasil, o processo começa com envio formal do texto pelo Executivo à Câmara, seguido de votação no Senado e análise na Comissão de Relações Exteriores. Após aprovação, o presidente da República poderá ratificar o acordo por decreto.
Leia também: Moody’s vê impacto limitado do acordo Mercosul-UE no crédito do Brasil
Para o mercado, a aceleração do cronograma legislativo reforça a expectativa de:
Com apoio declarado de lideranças do Congresso, o acordo Mercosul–UE volta ao centro da agenda econômica de 2026 e passa a ser monitorado de perto por empresas exportadoras, investidores estrangeiros e multinacionais instaladas no Brasil.
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