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Diplomata norueguesa e marido são investigados por caso Epstein
Publicado 09/02/2026 • 14:05 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 09/02/2026 • 14:05 | Atualizado há 2 meses
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Reprodução
A polícia norueguesa anunciou, nesta segunda-feira (9), que abriu uma investigação para apurar se o casal Terje Rød-Larsen e Mona Juul cometeram supostas irregularidades no âmbito de seus vínculos com Jeffrey Epstein. Mona Jull é uma diplomata norueguesa de destaque conhecida por seu papel nos Acordos de Oslo e sua participação no Partido Trabalhista norueguês.
Ela abdicou neste domingo (8) do papel de embaixadora da Noruega na Jordânia e no Iraque, após discussões com o Ministério das Relações Exteriores, Espen Barth Eide, referente a divulgação de documentos que expõe ligações suas e de seu marido com o falecido agressor sexual Jeffrey Epstein.
Leia também: Quem foi Jeffrey Epstein, o financista americano ligado a acusações de tráfico sexual de menores
Juul foi acusada pela Økokrim sob suspeita de corrupção agravada. Økokrim, a divisão da polícia encarregada de investigar crimes financeiros, informou em nota que realizou buscas em um apartamento em Oslo e na casa de uma testemunha.
O anúncio é feito após a imprensa norueguesa noticiar que Epstein deixou 10 milhões de dólares (52,33 milhões de reais na cotação atual) aos dois filhos de Mona Juul e de Terje Rød-Larsen.
Condenado em 2008 por solicitar prostituição a uma menor, Epstein foi encontrado morto na prisão em 2019, antes de ser julgado por exploração sexual de mulheres, incluindo menores.
“Økokrim quer investigar a eventual concessão de vantagens em relação às funções ocupadas” por Mona Juul, informou a polícia em comunicado.
Leia também: William e Kate dizem estar “profundamente preocupados” com novas revelações do caso Epstein
Juul foi chefe de departamento no Ministério das Relações Exteriores da Noruega e, mais tarde, embaixadora no Reino Unido na década de 2010, quando, segundo e-mails publicados pela imprensa a partir de documentos do caso Epstein, o casal manteve vínculos com o criminoso sexual americano.
Juul, de 66 anos, e Rød-Larsen, de 78, desempenharam papeis fundamentais nas negociações secretas israelenses-palestinas que levaram aos Acordos de Oslo no início da década de 1990.
O Ministério das Relações Exteriores da Noruega anunciou que Juul renunciou ao cargo de embaixadora na Jordânia e no Iraque.
Outras personalidades norueguesas de alto escalão, como a princesa herdeira Mette-Marit e o ex-primeiro-ministro Thorbjørn Jagland, também foram afetadas após a recente divulgação de novos arquivos do caso nos Estados Unidos.
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