Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Caso Master: CPI do crime organizado pede quebra de sigilos da Reag para investigar possíveis conexões com o PCC
Publicado 12/02/2026 • 21:07 | Atualizado há 2 meses
SpaceX faz pedido confidencial de IPO, preparando terreno para oferta recorde
Buffett diz que bomba do Irã tornaria desastre nuclear mais difícil de evitar
Crise de abastecimento de petróleo vai piorar em abril, alerta AIE
DHL alerta para corte de 20% na capacidade aérea global e alta de 25% nos fretes
Especialista recomenda antecipar compra de passagens diante de possível alta em até 35 dias
Publicado 12/02/2026 • 21:07 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Senado Fotos
O presidente da CPI do Crime Organizado no Senado, Fabiano Contarato (PT-ES)
O presidente da CPI do Crime Organizado no Senado, Fabiano Contarato (PT-ES), protocolou nesta quinta-feira (12) pedidos de quebra de sigilo contra a gestora de investimentos Reag e seu fundador, João Carlos Mansur, no âmbito das apurações sobre suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e possíveis vínculos com o PCC.
Os requerimentos incluem acesso a dados bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos do empresário e da Reag. O senador também solicitou que o Banco Central envie à comissão a íntegra do processo administrativo que resultou na liquidação extrajudicial do Master e defendeu a convocação de Mansur para prestar depoimento.
Segundo Contarato, a CPI irá analisar esses e outros pedidos na próxima reunião do colegiado, marcada para 24 de fevereiro. Estão na pauta requerimentos relacionados ao caso Master que alcançam inclusive familiares de ministro do Supremo Tribunal Federal, como os pedidos de convocação de José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, irmãos do ministro Dias Toffoli.
A Reag aparece em investigações conduzidas por órgãos de controle e pela Polícia Federal. Em agosto de 2025, a gestora foi alvo da operação Carbono Oculto, que apura fraudes bilionárias no setor de combustíveis com participação de integrantes do PCC. Já na operação Compliance Zero, a PF aponta que a empresa teria sido utilizada para desviar recursos do Banco Master em um esquema estimado em mais de R$ 12 bilhões.
Para o senador, a menção da gestora em apurações sobre lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial justifica o aprofundamento das diligências pela CPI.
“A CPI do Crime Organizado cumpre uma função constitucional de investigar e fiscalizar a atuação de organizações criminosas que se utilizam do sistema financeiro nacional. Não podemos nos omitir diante desse escândalo que continua nos surpreendendo e horrorizando pela gravidade dos fatos revelados”, afirmou ao Times Brasil | Licenciado Exclusivo CNBC.
Ele acrescentou que a comissão atuará com independência. “O compromisso da CPI é unicamente com a Constituição e o interesse público. Não abro mão disso e garanto que a CPI continuará pautada pela independência. Ninguém será blindado, não importa o cargo, o poder que exerça ou a hierarquia que ocupe dentro ou fora das estruturas do Estado.”
Contarato afirmou ainda que um dos objetivos da comissão é entender de que forma estruturas do mercado de capitais podem ser usadas para conferir aparência de legalidade a operações ilícitas. Na avaliação dele, o depoimento de Mansur pode contribuir para o avanço das investigações e para o aprimoramento dos mecanismos de controle do sistema financeiro.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
SpaceX faz pedido confidencial de IPO, preparando terreno para oferta recorde
2
Ingressos da Copa do Mundo: fase final será por ordem de chegada; veja quando começa a venda
3
Subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel entra em vigor nesta semana, após acordo sobre corte de ICMS
4
Vazamento na Anthropic expõe as entranhas do Claude Code e serviços ainda não lançados ao público; veja
5
Gol Linhas Aéreas vai se deslistar; relembre outras empresas que deixaram a bolsa brasileira