Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Caso Master: CPI do crime organizado pede quebra de sigilos da Reag para investigar possíveis conexões com o PCC
Publicado 12/02/2026 • 21:07 | Atualizado há 3 horas
SoftBank registra ganho de US$ 4,2 bilhões com aposta na OpenAI
Turnê de retorno do BTS impulsiona turismo e faz buscas por hotéis saltarem até 6.700%
Lucro da Mercedes cai mais da metade com tarifas e disputa no mercado chinês
Heineken: CEO afirma à CNBC que cortes são “fundamentais” para garantir lucros e financiar IA
Republicanos votam para encerrar tarifas de Trump contra o Canadá
Publicado 12/02/2026 • 21:07 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Senado Fotos
O presidente da CPI do Crime Organizado no Senado, Fabiano Contarato (PT-ES)
O presidente da CPI do Crime Organizado no Senado, Fabiano Contarato (PT-ES), protocolou nesta quinta-feira (12) pedidos de quebra de sigilo contra a gestora de investimentos Reag e seu fundador, João Carlos Mansur, no âmbito das apurações sobre suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e possíveis vínculos com o PCC.
Os requerimentos incluem acesso a dados bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos do empresário e da Reag. O senador também solicitou que o Banco Central envie à comissão a íntegra do processo administrativo que resultou na liquidação extrajudicial do Master e defendeu a convocação de Mansur para prestar depoimento.
Segundo Contarato, a CPI irá analisar esses e outros pedidos na próxima reunião do colegiado, marcada para 24 de fevereiro. Estão na pauta requerimentos relacionados ao caso Master que alcançam inclusive familiares de ministro do Supremo Tribunal Federal, como os pedidos de convocação de José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, irmãos do ministro Dias Toffoli.
A Reag aparece em investigações conduzidas por órgãos de controle e pela Polícia Federal. Em agosto de 2025, a gestora foi alvo da operação Carbono Oculto, que apura fraudes bilionárias no setor de combustíveis com participação de integrantes do PCC. Já na operação Compliance Zero, a PF aponta que a empresa teria sido utilizada para desviar recursos do Banco Master em um esquema estimado em mais de R$ 12 bilhões.
Para o senador, a menção da gestora em apurações sobre lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial justifica o aprofundamento das diligências pela CPI.
“A CPI do Crime Organizado cumpre uma função constitucional de investigar e fiscalizar a atuação de organizações criminosas que se utilizam do sistema financeiro nacional. Não podemos nos omitir diante desse escândalo que continua nos surpreendendo e horrorizando pela gravidade dos fatos revelados”, afirmou ao Times Brasil | Licenciado Exclusivo CNBC.
Ele acrescentou que a comissão atuará com independência. “O compromisso da CPI é unicamente com a Constituição e o interesse público. Não abro mão disso e garanto que a CPI continuará pautada pela independência. Ninguém será blindado, não importa o cargo, o poder que exerça ou a hierarquia que ocupe dentro ou fora das estruturas do Estado.”
Contarato afirmou ainda que um dos objetivos da comissão é entender de que forma estruturas do mercado de capitais podem ser usadas para conferir aparência de legalidade a operações ilícitas. Na avaliação dele, o depoimento de Mansur pode contribuir para o avanço das investigações e para o aprimoramento dos mecanismos de controle do sistema financeiro.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Apresentador Ratinho recebe aval do governo do Paraná para construção de resort de luxo em área de preservação
2
Esquema de propina teria bancado avanço da Aegea em concessões de água e esgoto
3
Ser latino nunca esteve tão em alta: Chile lança Latam-GPT para combater preconceitos digitais
4
Calote de R$ 5 bi opõe bandeiras e maquininhas de cartão de crédito após crise do Will Bank
5
Tesouro Reserva ou ‘caixinhas’ de bancos: qual vale a pena guardar sua reserva de emergência?