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Sob ameaça dos EUA, China propõe “novo começo” e parceria estratégica ao Canadá
Publicado 15/02/2026 • 10:45 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 15/02/2026 • 10:45 | Atualizado há 3 horas
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O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, apelou à sua colega canadense para “reiniciar” a cooperação entre os dois países durante um encontro neste sábado (14), paralelamente à Conferência de Segurança de Munique. O diplomata chinês, que se reuniu com diversos líderes ocidentais durante o evento, busca apresentar Pequim como um parceiro confiável diante de um Estados Unidos cada vez mais imprevisível desde o retorno do presidente Donald Trump.
Em janeiro, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, viajou à China, onde assinou um acordo comercial preliminar, em uma visita saudada como um “novo começo” após anos de desavenças.
Wang Yi utilizou termos semelhantes no sábado em conversa com Anita Anand, de acordo com um relatório de seu ministério. “A China tem a vontade de trabalhar com o Canadá para eliminar as interferências e fazer reiniciar os intercâmbios e a cooperação em diversos setores”, disse ele à ministra canadense, sem fornecer mais detalhes.
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O diplomata também qualificou a visita de Carney como “produtiva” e apelou à construção de um “novo tipo de parceria estratégica”. Ele não mencionou os Estados Unidos, que ameaçam o Canadá com uma tempestade alfandegária de sobretaxas de 100% caso Ottawa e Pequim finalizem seu acordo comercial, já que Washington teme uma invasão de produtos chineses.
A distensão diplomática sino-canadense pareceu continuar no início de fevereiro com o cancelamento, por parte de Pequim, da condenação à morte de um canadense em um caso de drogas. As relações bilaterais foram especialmente envenenadas pela prisão em 2018, em Vancouver, da diretora financeira do grupo chinês Huawei, Meng Wanzhou.
Pequim prendeu em seguida dois canadenses por espionagem, no que Ottawa denunciou, na época, como sendo uma forma de represália.
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