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Países árabes condenam avanço israelense na Cisjordânia
Publicado 16/02/2026 • 09:40 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 16/02/2026 • 09:40 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Hazem Bader/AFP
Meninos palestinos jogam futebol em campo cercado por bandeiras israelenses, após ordem de demolição próxima ao assentamento de Karmel, em Umm al-Kheir, sul da Cisjordânia, em 12 de fevereiro de 2026.
A Autoridade Palestina, o Egito e o Catar denunciaram na noite de domingo (15) as medidas adotadas por Israel para reforçar seu controle sobre a Cisjordânia, que alimentam temores de uma anexação do território palestino ocupado.
Uma semana após aprovar um texto que facilita a compra de terras por colonos, o gabinete de segurança israelense autorizou no domingo (15) o início de um processo de registro de terras, pela primeira vez desde a ocupação de 1967, segundo a rádio militar de Israel.
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O Ministério das Relações Exteriores da Autoridade Palestina afirmou na rede X (antigo Twitter) que “condena veementemente e rejeita qualquer tentativa de designar terras da Cisjordânia como ‘território público’ sob controle da força de ocupação”.
A instituição considerou que as novas medidas são “juridicamente inválidas” e que equivalem ao “início de fato de um processo de anexação”. O Egito “condena nos termos mais enérgicos” os anúncios, que representam “uma escalada perigosa destinada a consolidar o controle israelense” na Cisjordânia e uma violação dos acordos internacionais, indicou o governo egípcio na rede X.
Da mesma forma, a diplomacia do Catar denunciou na rede X as medidas que equivalem a “uma ampliação dos projetos para privar o povo palestino de seus direitos”.
Leia também: União Europeia diz que Israel viola o direito internacional com avanço em terras na Cisjordânia
Há uma semana, Israel provocou indignação ao aprovar uma série de medidas que facilitam a compra de terras por colonos israelenses, incluindo a revogação de uma lei que proibia judeus de comprar diretamente terras na Cisjordânia.
As medidas também permitem às autoridades israelenses administrar determinados locais religiosos, mesmo quando estão situados em áreas sob controle da Autoridade Palestina.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel defendeu na rede X a legalidade das medidas aprovadas no domingo e afirmou que elas buscam “organizar os procedimentos de registro de propriedade” e “resolver disputas jurídicas”.
Na quarta-feira passada (11), a UE, em declaração conjunta, afirmou que condena as medidas unilaterais tomadas por Israel, e as coloca como: “contraproducentes e incompatíveis com o direito internacional.” A chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, junto com os comissários Dubravka Suica e Hadja Lahbib, disseram também que essas ações podem “minar os esforços internacionais em andamento” voltados para a estabilização e a promoção da paz na região.
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