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Turma da Mônica ganha baralho e jogo criados por Copag e MSP
Publicado 18/02/2026 • 12:00 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 18/02/2026 • 12:00 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Divulgação
Os personagens criados por Mauricio de Sousa agora também vão marcar presença nas cartas de baralho. Em parceria com a MSP Estúdios, a fabricante COPAG começa a vender produtos licenciados da franquia.
Nessa primeira leva, chegam às lojas dois lançamentos: um baralho temático com proposta narrativa e uma versão especial do jogo “Eu Vi!”.
No baralho, os elementos visuais das tirinhas aparecem nas cartas de forma que a partida vira quase uma história em sequência, como se o jogo fosse revelando um quadrinho aos poucos.
Já o “Eu Vi!” traz os personagens clássicos mantendo a mecânica original, partidas rápidas e simples, pensadas para várias idades.
Leia também: Mauricio de Sousa, 90 anos: dos quadrinhos a um negócio que fatura bilhões por ano

O desenvolvimento foi feito em conjunto pelas equipes criativas das duas empresas, com cuidado para preservar a identidade visual dos quadrinhos.
Segundo Mariana Dall’Acqua, vice-presidente de marketing LATAM da COPAG, a ideia foi unir linhas tradicionais da marca em produtos que reforcem a experiência afetiva e lúdica. “Já realizamos colaborações com a MSP no passado e sempre foi uma experiência muito positiva”, diz.
Do lado da MSP, Cristina Leme, diretora de licenciamento, afirma que a proposta foi transformar o jogo em uma extensão das histórias, e não apenas estampar personagens nas cartas. “Não estamos apenas estampando cartas, mas entregando uma nova forma de vivenciar a Turma da Mônica”, acrscenta.
Leia também: MSP Estúdios, dona da marca Turma da Mônica, vai ampliar foco no audiovisual, diz diretor-executivo
A empresa responsável pela marca movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano, segundo estimativa do próprio Mauricio de Sousa.
A franquia detém aproximadamente 89% do mercado brasileiro de quadrinhos, já vendeu mais de 1 bilhão de revistas e soma mais de 2,5 mil produtos licenciados distribuídos em 30 países.
Em dezembro de 2025, a Prefeitura de São Paulo sancionou a lei que reconhece a obra do cartunista como patrimônio cultural imaterial da cidade. A medida foi aprovada em dois turnos pela Câmara Municipal de São Paulo e prevê ações comemorativas.
Leia também: Obra de Mauricio de Sousa vira patrimônio cultural imaterial de São Paulo
Entre elas, está a autorização de um termo de execução cultural de R$ 11,47 milhões com o Instituto Cultural Maurício de Sousa para iniciativas gratuitas na capital entre dezembro de 2025 e outubro de 2026. O projeto inclui instalações urbanas, atividades educativas e ações de estímulo à leitura voltadas à preservação do legado do cartunista.
A programação prevê ainda a instalação de 90 esculturas dos personagens espalhadas pela cidade e a criação de um banco temático no Viaduto do Chá. Novas atrações devem ser anunciadas.
Segundo o prefeito Ricardo Nunes, o reconhecimento formaliza a relevância histórica do autor para São Paulo, onde ele publicou sua primeira tirinha, em 1959. Desde então, criou mais de 400 personagens e estruturou um dos maiores ativos de propriedade intelectual do entretenimento nacional.
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