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Acordo da Meta reforça protagonismo da Nvidia na corrida por IA

Publicado 18/02/2026 • 18:07 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Compromisso bilionário da Meta reforça a posição da Nvidia como peça central na infraestrutura global de inteligência artificial.
  • Após meses de protagonismo de empresas de memória e armazenamento, acordo pode reacender o interesse nas fabricantes de chips de alto desempenho.
  • Movimento ajuda a conter preocupações com avanço dos chips proprietários do Google e alternativas como AMD e Broadcom.

Montagem

Meta e Nvidia anunciam parceria

O compromisso multibilionário da Meta de comprar milhões de chips da Nvidia representa um reforço relevante para a fabricante de semicondutores em um momento em que suas ações vinham perdendo protagonismo dentro do setor de tecnologia.

Depois de liderar a primeira fase da corrida global por inteligência artificial com seus GPUs (processadores gráficos usados para treinar modelos de IA), a Nvidia viu o foco do mercado migrar nos últimos meses para outras áreas da cadeia de semicondutores, como memória e armazenamento.

Papéis de empresas como Micron, Western Digital, Sandisk e Seagate dispararam desde agosto, impulsionados pela forte demanda por DRAM, discos rígidos e SSDs, componentes essenciais para armazenar e processar grandes volumes de dados utilizados por modelos de IA. Nesse período, a Nvidia ficou para trás no comparativo de desempenho.

Leia também: Meta fecha acordo bilionário com Nvidia para ampliar infraestrutura de IA

Mudança de narrativa no setor

Para analistas de mercado, o novo acordo com a Meta pode marcar uma inflexão nessa dinâmica. A big tech não apenas ampliou sua encomenda de GPUs, como também anunciou que utilizará os CPUs Grace da Nvidia de forma independente em seus data centers.

Além disso, a Meta integrará tecnologias de rede da Nvidia, reforçando a percepção de que a companhia oferece uma infraestrutura completa para IA, que vai além dos processadores gráficos.

O movimento ajuda a contrabalançar preocupações recentes com a crescente concorrência de chips proprietários desenvolvidos por gigantes como o Google. O modelo Gemini 3, treinado com Tensor Processing Units (TPUs) desenvolvidas pela Alphabet em parceria com a Broadcom, alimentou temores de que clientes pudessem reduzir dependência da Nvidia.

Rumores de que a Meta poderia adotar servidores com TPUs ampliaram essas preocupações, pressionando as ações da Nvidia nos últimos meses.

Especialistas destacam que o compromisso da Meta sinaliza confiança não apenas no desempenho dos chips da Nvidia, mas no chamado “custo total de propriedade”, ou seja, no valor gerado ao longo do ciclo de vida da infraestrutura, e não apenas no preço inicial do hardware.

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Embora a Nvidia ainda acumule alta em 2026, o desempenho ficou modesto em comparação com rivais do segmento de memória e até mesmo com alternativas como AMD e Intel, que ganharam tração com narrativas de diversificação de fornecedores.

O novo acordo sugere que, apesar da maior competição e da busca por alternativas, a Nvidia segue como peça central na construção da infraestrutura global de inteligência artificial

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