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Quais personalidades brasileiras aparecem nos documentos do caso Epstein? Confira a lista
Publicado 20/02/2026 • 12:40 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 20/02/2026 • 12:40 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: Reprodução
Jeffrey Epstein; Quais são os nomes brasileiros citados nos arquivos
A divulgação dos milhares de documentos envolvendo o americano Jeffrey Epstein e casos de abusos sexuais de menores e tráfico humano segue listando celebridades de todo o mundo. Entre as milhões de páginas liberadas pelas autoridades dos Estados Unidos, há menções que envolvem figuras brasileiras ou referências ao Brasil.
Nos documentos, é possível entender que Epstein planejava aumentar a influência iniciando relações com políticos brasileiros e pessoas influentes no país. Entre os nomes citados, o do ex-presidente Jair Bolsonaro parecia ser o de preferência do financista americano. Vale destacar que, até o momento, não foram comprovadas irregularidades entre os nomes citados.
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Os chamados “Epstein Files” são registros judiciais, e-mails e documentos relacionados às investigações sobre crimes sexuais e tráfico de menores associados ao financista americano Jeffrey Epstein, preso em 2019, onde tirou sua própria vida em uma tentativa de enforcamento.
Os mais de três milhões de páginas divulgadas incluem fotos das festas realizadas por Epstein, registros entre celebridades e fotos de influências de todo o mundo. Antes da publicação do documento, autoridades americanas buscaram realizar uma limpa envolvendo o nome de Epstein, o que pode ter incluído nomes brasileiros.
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Segundo informações do Valor, os interesses de Epstein no Brasil envolvem mensagens, feitas na maioria por terceiros, sem grandes contatos diretos com o magnata. Confira os nomes brasileiros presentes nos documentos de Jeffrey Epstein.
Atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva aparece mencionado diversas vezes nos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Porém, grande parte dos registros são apenas artigos e reportagens encaminhados a Jeffrey Epstein, sem indicação de contato direto ou envolvimento nas investigações.
O principal motivo do nome de Lula estar citado nos documentos de Epstein é a suposta tentativa do americano de usar a prisão do brasileiro em 2018 para formular uma defesa contra as acusações que sofria. De acordo com as informações, Epstein alega que teria conversado com Lula durante a prisão do presidente, algo que o brasileiro nega que tenha acontecido.
Outro político influente no Brasil que ocupava o maior cargo do país, Jair Bolsonaro, é citado por Epstein durante o mandato do ex-presidente no país. Na época, a aproximação entre Bolsonaro e Donald Trump já existia, o que aumentou o interesse de Epstein, já que o financista tinha uma amizade direta com o presidente americano.
Durante a troca de mensagens com Steve Bannon, Epstein chega a comentar que gostaria que o então presidente do Brasil utilizasse um boné com as iniciais MBGA (Make Brazil Great Again), em alusão direta ao slogan utilizado por Donald Trump. Em 2018, o financista afirma em mensagem enviada a Miro Lajcak, ex-presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, confirmando que Bannos pretendia visitar Bolsonaro no Brasil.
O empresário brasileiro, envolvido em diversas polêmicas financeiras ao longo da carreira, Eike Batista tem o nome citado diversas vezes nos documentos tornados públicos. Embora não haja registro de contato direto entre ambos nos arquivos analisados, entre 2012 e 2013, Jeffrey Epstein teria demonstrado interesse no empresário e, segundo os registros, um possível contato teria ocorrido por meio do lobista britânico Ian Osborne.
Entre as mensagens, uma delas envolve um pedido de Epstein a Osborne, solicitando que o lobista convidasse Eike Batista para um almoço com Elon Musk em sua ilha. Eike sempre negou o contato e disse nunca ter conhecido Epstein.
O arquiteto brasileiro Arthur Casa se enquadra nos exemplos de celebridades brasileiras que foram citadas mesmo sem qualquer envolvimento com Epstein ou as acusações do americano. Em 2016, a assistente do financista teria entrado em contato com Arthur solicitando um projeto arquitetônico na ilha do financista.
Segundo o escritório de Arthur, a equipe chegou a realizar uma visita técnica no local, mas que a contratação não avançou.
Leia também: Ilha ligada a Epstein teve proposta de reforma milionária feita por arquiteto brasileiro; veja detalhes do caso
O brasileiro Reinaldo Ávila da Silva, marido do lorde britânico Peter Mandelson, é citado nos documentos ao solicitar apoio financeiro a Jeffrey Epstein para custear um curso de osteopatia. Em mensagens trocadas em 2009, Reinando aparece explicando os valores do curso e Epstein responde confirmando o depósito de R$ 70 mil (na cotação da época).
Em 2010, Reinaldo Ávila volta a pedir dinheiro para o americano que repassou as mensagens ao contador, onde eram solicitados US$ 13 mil. Em entrevista realizada, uma pessoa próxima de Mandelson confirmou que Reinaldo e Epstein não possuíam uma relação, além de não se darem bem.
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Por fim, o nome da apresentadora brasileira, Luciana Gimenez, gerou polêmica após seu nome estar presente nos documentos de Epstein. Entretanto, devido à alta pressão sofrida, a apresentadora explicou em suas redes sociais que o episódio não passava de um mal-entendido.
Gimenez disse que possuía conta bancária na mesma instituição do financista americano e que, entre as investigações de agentes dos Estados Unidos, foram solicitados extratos bancários de 2019. Durante a solicitação, a instituição financeira teria enviado aos agentes americanos um panorama de todas as movimentações, incluindo a de Luciana Gimenez.
A repercussão do caso obrigou a apresentadora a explicar que nunca teve qualquer contato com Jeffrey Epstein e que repudia todos os crimes associados ao financista americano.
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