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Desemprego cai em seis dos 27 estados no ano passado; veja o desempenho por UF
Publicado 20/02/2026 • 10:10 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/02/2026 • 10:10 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Taxa de desemprego cai para 5,4%, o menor nível desde 2012; massa de rendimento atinge recorde de R$ 357,3 bilhões
O desemprego no Brasil foi de 5,1% no quarto trimestre de 2025, segundo a PNAD Contínua Trimestral, divulgada pelo IBGE. O indicador caiu (melhorou) ante o trimestre anterior (5,6%) e caiu 1,1 ponto percentual na comparação com o mesmo período de 2024 (6,2%).
A novidade da divulgação está na divisão por estados. O desemprego caiu em seis das 27 unidades da federação no último trimestre do ano passado.
No acumulado de 2025, a taxa anual ficou em 5,6%, ante 6,6% em 2024 – o menor nível da série histórica iniciada em 2012.
Leia também: Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor da história
Na comparação com o trimestre anterior, o desemprego caiu em São Paulo (-0,5 p.p.), Rio de Janeiro (-0,6 p.p.), Pernambuco (-1,2 p.p.), Distrito Federal (-1,2 p.p.), Paraíba (-1,3 p.p.) e Ceará (-1,4 p.p.).
Nas demais unidades, houve estabilidade.
As maiores taxas de desemprego no quarto trimestre foram registradas em Pernambuco (8,8%), Amapá (8,4%), Alagoas (8,0%), Bahia (8,0%) e Piauí (8,0%).
As menores ficaram em Santa Catarina (2,2%), Espírito Santo (2,4%), Mato Grosso do Sul (2,4%) e Mato Grosso (2,4%).
A taxa média anual de desemprego em 2025 foi de 5,6%.
As maiores taxas anuais foram registradas em Piauí (9,3%), Bahia (8,7%), Pernambuco (8,7%) e Amazonas (8,4%).
As menores taxas anuais ficaram em Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%).
Em 20 estados, o desemprego anual de 2025 foi o menor da série histórica.
No quarto trimestre de 2025, o desemprego foi de 4,2% para homens e 6,2% para mulheres.
Por cor ou raça, ficou em 4,0% para brancos, 6,1% para pretos e 5,9% para pardos.
Entre os níveis de instrução, o desemprego foi mais elevado para pessoas com ensino médio incompleto (8,7%). Para quem tinha ensino superior completo, a taxa foi de 2,7%.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho ficou em 13,4% no quarto trimestre.
Piauí liderou com 27,8%, seguido por Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%). As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%).
Na média anual, a subutilização ficou em 14,5%.
O percentual anual de desalento foi de 2,6%. Maranhão teve a maior taxa (9,5%), seguido por Alagoas (8,5%) e Piauí (7,8%).
A taxa de informalidade foi de 37,6% no quarto trimestre e 38,1% na média anual.
Os maiores índices anuais ficaram com Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%).
As menores taxas foram registradas em Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29,0%).
No quarto trimestre, 74,4% dos empregados do setor privado tinham carteira assinada.
Os maiores percentuais foram observados em Santa Catarina (86,3%), São Paulo (82,2%) e Rio Grande do Sul (81,5%).
Os menores ficaram em Maranhão (52,5%), Piauí (54,3%) e Paraíba (54,8%).
O trabalho por conta própria representou 25,3% da população ocupada. Maranhão (34,0%) e Pará (30,3%) tiveram as maiores proporções.
O rendimento médio real mensal no quarto trimestre foi de R$ 3.613. Na média anual, ficou em R$ 3.560.
Os maiores valores anuais foram registrados no Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177).
Os menores ficaram em Maranhão (R$ 2.228), Bahia (R$ 2.284) e Ceará (R$ 2.394).
O nível de ocupação anual chegou a 59,1% em 2025.
Os maiores índices foram registrados em Mato Grosso (66,7%), Santa Catarina (66,2%) e Mato Grosso do Sul (64,4%).
Os menores ficaram em Alagoas (47,5%), Ceará (47,8%) e Rio Grande do Norte (47,9%).
O desemprego encerrou 2025 no menor patamar da série histórica, mas os dados regionais mostram disparidades persistentes entre as regiões do país, tanto no mercado formal quanto na informalidade e na subutilização da força de trabalho.
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