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Firjan exige clareza sobre a transição das tarifas após decisão da Suprema Corte dos EUA
Publicado 20/02/2026 • 20:16 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/02/2026 • 20:16 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) manifestou-se oficialmente sobre a recente decisão da Suprema Corte dos EUA e os novos anúncios do presidente Donald Trump. Para a entidade fluminense, o momento é de vigilância estratégica, com foco total no cronograma de transição das taxas alfandegárias.
A Firjan destacou que há uma grande urgência em definir quando as tarifas de 40% e 10% sobre produtos brasileiros serão efetivamente removidas. Além disso, a entidade exige clareza sobre como se dará a transição das alíquotas atuais para a nova tarifa global de 10% anunciada pela administração Trump.
Outro ponto de grande preocupação é o monitoramento rigoroso de possíveis novas investigações, que poderiam surgir como uma forma de retaliação ou estabelecer novas barreiras comerciais.
A Firjan também ressaltou a relevância estratégica dos Estados Unidos para a economia do Rio de Janeiro, sendo o país o principal parceiro comercial do estado em bens manufaturados. Por isso, qualquer instabilidade nas regras do jogo afeta diretamente a competitividade da indústria local. Em sua nota, a entidade afirmou que a relação entre Brasil e EUA deve ser baseada em previsibilidade e segurança jurídica, algo fundamental para a estabilidade do ambiente de negócios de ambos os países.
Em relação ao caminho para uma solução, a Firjan enfatizou que não se trata apenas de um embate jurídico, mas sim de uma questão que exige uma frente unificada. A entidade defendeu a necessidade de o setor privado assumir um papel proativo no processo, além de garantir um diálogo permanente entre o setor público brasileiro e representantes americanos.
A Firjan também reforçou que a busca por uma solução negociada é essencial para evitar prejuízos maiores ao fluxo de exportações e à competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional.
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