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Polícia faz novas buscas contra ex-príncipe Andrew em investigação sobre Epstein
Publicado 21/02/2026 • 10:14 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 21/02/2026 • 10:14 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Jordan Pettit / AFP
Ex-príncipe Andrew
O ex-príncipe Andrew voltou a ser alvo da Polícia do Reino Unido nesta sexta-feira (20), que realizou novas buscas nas propriedades associadas a ele. As diligências fazem parte de apuração que investiga se Andrew compartilhou documentos confidenciais com Jeffrey Epstein, financista americano condenado por crimes sexuais que morreu em 2019, em Nova York.
Viaturas foram registradas no Royal Lodge, em Windsor, residência que o ex-príncipe ocupava até o início do mês. Ele deixou o imóvel após perder funções oficiais e títulos vinculados à monarquia britânica.
As buscas também ocorreram em endereços nos condados de Berkshire e Norfolk, incluindo a propriedade de Sandringham, onde o ex-príncipe Andrew reside atualmente.
Na quinta-feira, ele permaneceu cerca de 12 horas sob custódia para prestar esclarecimentos às autoridades.
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Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicam que o ex-príncipe Andrew trocou e-mails com Epstein em 2010, período em que atuava como representante comercial do Reino Unido.
Segundo os registros, as mensagens faziam referência a oportunidades de negócios e relatórios relacionados a viagens oficiais à Ásia.
A investigação apura possível violação de normas de confidencialidade. A acusação prevê pena máxima de prisão perpétua, embora especialistas apontem que eventual condenação poderia resultar em punição inferior.
O caso ampliou o debate político em torno da permanência do ex-príncipe Andrew na linha de sucessão ao trono. Atualmente, ele ocupa a oitava posição.
A eventual exclusão exigiria aprovação de legislação específica no Parlamento britânico.
Parte dos conservadores defende aguardar o desfecho judicial, enquanto integrantes do Partido Trabalhista consideram remota a possibilidade de que ele venha a assumir funções monárquicas no futuro.
O nome do ex-príncipe Andrew já havia sido associado a denúncias feitas por Virginia Giuffre, que afirmou ter sido abusada quando tinha 17 anos. Ele sempre negou as acusações.
Giuffre declarou ter sido vítima de tráfico sexual por Epstein e por Ghislaine Maxwell, condenada a 20 anos de prisão nos Estados Unidos.
A investigação atual representa um dos episódios mais sensíveis para a monarquia britânica nas últimas décadas e mantém o Palácio sob pressão institucional e política.
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