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Deputados pedem prisão de filho de Lula e inclusão do nome na lista da Interpol
Publicado 27/02/2026 • 12:02 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/02/2026 • 12:02 | Atualizado há 2 meses
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Reprodução
Um grupo de 47 deputados federais protocolou nesta quinta-feira (26) uma representação criminal no Ministério Público Federal solicitando a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A iniciativa foi liderada pela deputada Rosangela Moro (União Brasil-SP) e também pede a inclusão do empresário na difusão vermelha da Interpol, além da adoção de medidas para eventual extradição junto à Espanha.
Segundo os parlamentares, Lulinha está em Madri desde 2025, o que, na avaliação do grupo, poderia configurar risco de evasão para países sem acordo de extradição com o Brasil.
Leia também: CPMI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de Lulinha
A representação ocorre no contexto da Operação Sem Desconto, investigação conduzida pela Polícia Federal sobre um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS.
De acordo com investigadores, mensagens extraídas do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS” e apontado como operador do esquema, mencionam o repasse de ao menos R$ 300 mil para o “filho do rapaz”. Segundo a PF, a referência seria a Lulinha.
Camilo Antunes está preso desde setembro de 2025. Até o momento, Lulinha não é alvo formal da Polícia Federal, mas aparece citado como possível beneficiário do suposto esquema, segundo os autores da representação.
Os deputados afirmam que os valores teriam sido pagos para “viabilizar e proteger interesses do grupo junto à cúpula do governo federal”.
Leia também: CPMI do INSS encerra semana com bate-boca, agressões físicas e ameaça de recorrer ao STF
Também nesta quinta-feira (26), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, em requerimento apresentado pelo relator Alfredo Gaspar.
Com a decisão, a comissão poderá acessar extratos bancários, movimentações financeiras, declarações de Imposto de Renda e contratos do empresário, com o objetivo de verificar a compatibilidade com os valores citados na investigação.
A defesa de Lulinha nega envolvimento em irregularidades e afirma que o empresário não participou de desvios nem recebeu valores de origem ilícita.
O caso intensifica a pressão política em Brasília e deve ganhar novos desdobramentos nos próximos dias, tanto no âmbito judicial quanto no Congresso.
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